segunda-feira, 31 de março de 2014

SABER COMER É PURA INFORMAÇÃO

Apesar de não ser uma informação vegan...  esta totalmente dentro da filosofia que acreditamos

Alimentos que nos chegam ao prato não foram feitos para comer, diz a médica Cristina Sales.


E se o seu organismo não reconhecer aquilo que você come como um alimento?
Defende-se, inflama-se, fica doente. É o que fazem muitos dos produtos que levamos à boca. Cristina Sales, médica e especialista em alimentação, garante que na origem da maioria das doenças que afetam o homem do século xxi está o que comemos e o modo como o fazemos. É que os alimentos são veículos de comunicação: dizem às células como devem comportar-se.
Precisamos de mudar a forma como nos alimentamos?
É obrigatório que o façamos porque a alimentação que a população dos países ocidentais, incluindo Portugal, passou a fazer nos últimos cinquenta anos é o que está na origem da maior parte das doenças endócrinas, metabólicas, autoimunes, degenerativas e alérgicas. As novas epidemias devem-se sobretudo aos estilos de vida e à alimentação que fazemos desde o pós-guerra.
A alimentação é decisiva para a saúde e o bem-estar mas está a provocar doenças e a aumentar a mortalidade precoce?
A geração dos nossos filhos terá uma esperança de vida mais reduzida do que a nossa por causa dos estilos de vida e da alimentação. Primeiro, os produtos altamente processados pela indústria alimentar conduzem a uma desnutrição em nutrientes fundamentais e ingerimos uma grande quantidade de calorias vazias. Segundo, são muito diferentes dos alimentos originais e o organismo não sabe lidar com eles, não os reconhece como alimentos. Depois, há uma sobrecarga tóxica inerente à alimentação que provém dos agroquímicos (da produção), dos conservantes, corantes e adoçantes que são adicionados para preservar os produtos durante mais tempo e para os manter bonitinhos.
São alimentos para ver…
Os produtos que nos chegam ao prato foram feitos para vender e não para comer. Não têm nada que ver com os alimentos que ingerimos e que nos fizeram viver e sobreviver ao longo de milhões de anos. Esta mudança ocorreu tão depressa que o organismo não está adaptado para gerir, digerir e assimilar estes produtos, pelo contrário, vê-os como substâncias estranhas e reage, inflamando-se.
Como é que podemos livrar-nos dessa teia?
As escolhas alimentares são condicionadas pela publicidade, as pessoas não são ensinadas a escolher. Quem é que é ensinado a consumir maçãs ou laranjas? Ninguém. A informação que passa de forma subliminar através dos anúncios da TV e dos jornais é que se deve beber sumo de maçã e de laranja. Mas se alguém ler os rótulos das embalagens verifica que contém imenso açúcar, frutose, acidificantes, etc., e o que falta é a maçã e a laranja. É preciso informar, ensinar e consciencializar a população.
A atitude da indústria alimentar tem de mudar?
No global sim, mas também depende do que a indústria faz. A conservação de alimentos através da congelação, por exemplo, é perfeita. Os legumes congelados são uma ótima opção, por vezes mais económica, e chegam ao consumidor mais frescos e com mais nutrientes do que os que são mantidos durante cinco ou seis dias nas cadeias de distribuição. Já quando falamos de alimentos que têm de levar uma quantidade enorme de aditivos para serem consumidos – é o caso das carnes de muito má qualidade e dos aproveitamentos que se fazem dos restos dos mariscos – é diferente. Sempre que tivermos de dobrar a língua muitas vezes para conseguir ler o que está escrito nos rótulos é porque não é comida. Não compre. Será qualquer coisa que do ponto de vista nutricional, químico e metabólico está muito longe do alimento original.
Está a falar de alimentos que duram ad eternum?
Por exemplo. Como é que duram? Fizeram-se estudos com hambúrgueres e batatas fritas – uns feitos em casa, com carne picada, e batatas que foram descascadas, outros com produtos processados e embalados – e verificou-se que ao fim de trinta ou quarenta dias alguns hambúrgueres se mantinham iguaizinhos. Não se degradaram, ao contrário dos que foram feitos em casa, que estavam estragados três dias depois.
Ora alguém acha que uma coisa daquelas pode ser comida?
Quando ingerimos produtos desse tipo como é que o organismo reage?
Defende-se e inflama-se ou agarra naquelas coisas que não considera importantes e arruma-as nos depósitos de lixo, que são as células gordas. Estas, além de serem o nosso reservatório de energia, são também o depósito de substâncias tóxicas que o organismo não metaboliza ou não utiliza para impedir que entrem nos circuitos mais nobres. Esta acumulação de lixo cria bloqueios bioquímicos e alterações metabólicas que impedem as células de trabalhar em condições. Hoje ninguém sabe que consequências é que isto tem para o cérebro e o sistema imunitário e para o bom trabalho hepático e digestivo. Os circuitos da toxicidade são cruzados – se uma pessoa come de vez em quando um gelado, um iogurte, umas bolachas ou um sumo que tem um determinado corante é uma coisa, mas se o faz com regularidade, ao fim de seis meses já ultrapassou as doses suportáveis e entra em sobrecarga tóxica.

E o que é que acontece?
Veja-se o ácido fosfórico, um aditivo que está presente em alimentos de consumo diário, como os cereais de pequeno-almoço e os refrigerantes. Quem ingere estes produtos todos os dias, além de ficar com o sistema acidificado e perder cálcio (uma compensação do organismo que depois predispõe à osteoporose), também fica numa excitação – o ácido fosfórico é um estimulante cerebral e é óbvio que uma criança que de manhã come um prato de cereais chega à escola e não para quieta. O ácido fosfórico altera o comportamento e em determinadas concentrações é neurotóxico.
Como é que os alimentos atuam no organismo?
Os alimentos servem para construir tecido, osso, órgãos, etc., e para nos darem energia, mas o que as ciências da nutrição têm vindo a mostrar é que os alimentos são essencialmente moduladores do comportamento celular – são informadores das células, dizem-lhes como devem funcionar. Imagine que tem um prato com uma determinada quantidade de proteínas (peixe ou carne) e outra de hidratos de carbono. Só a proporção entre a quantidade de carne e batatas ingeridas vai informar o organismo da necessidade de produzir uma hormona ou outra, neste caso insulina (que é a hormona do armazenamento) ou glucagon (a hormona do desarmazenamento).
Explique lá melhor…
Se comer mais proteínas do que hidratos de carbono vai produzir mais glucagon e induzir o metabolismo a ir buscar gordura acumulada para disponibilizar às células, ou seja, vai desarmazenar. Mas se comer mais arroz, massa ou batatas vai dar uma ordem em sentido contrário, vai dizer que é precisa mais insulina e vai acumular gordura.
Mas se as pessoas forem ativas podem queimar essa energia…
Isso é outra coisa, o que importa reter é que na proporção hidratos de carbono/proteínas a quantidade de açúcar que chega aos sensores do tubo digestivo aciona imediatamente uma ordem de libertação de glucagon ou de insulina. Se a indicação é libertar glucagon, o organismo vai usar a gordura acumulada, se a ordem for para libertar insulina, o organismo vai armazenar gordura. Isto é pura informação.
Quem quer perder peso tem de saber isso, certo?
Se a pessoa tiver consciência da informação que dá ao corpo tem muito mais capacidade para o modular. Outro exemplo. A leptina, a hormona que sinaliza o apetite, que depende sobretudo do ritmo solar. Ora, uma pessoa equilibrada, que durma de noite e trabalhe de dia, produz mais leptina de manhã (e tem apetite) e ao fim do dia produz menor quantidade (o apetite diminui). Se uma pessoa comer muito à noite estraga este equilíbrio e a certa altura está sempre com fome porque inutilizou os sensores da leptina. Nós somos mamíferos e de noite, quando dormimos, não precisamos de comer. O nosso corpo tem a sabedoria para sinalizar o apetite em função da hora do dia – comer muito à noite estraga essa sinalização, faz ter apetite a toda a hora.
A alimentação é bioquímica?
Os alimentos são veículos de comunicação. Se fizer uma refeição de gordura saturada – uma sopa com um chouriço e depois um cozido à portuguesa – dá um sinal à cárdia (esfíncter entre o estômago e o esófago) para alargar e é assim que ocorrer o refluxo gastroesofágico e aparece a azia. A gordura saturada é um sinal que se dá à cárdia para se manter aberta. Se no dia seguinte a mesma pessoa só comer azeite ou gorduras de peixe não terá azia. Sabe porquê? É que o azeite ajuda a fechar a cárdia. Este é outro exemplo que ilustra a importância do conhecimento. Pessoas mais esclarecidas fazem escolhas mais acertadas.
A forma como nos alimentamos dita o comportamento das células?
Quando ingeridas, as gorduras saturadas e as gorduras ómega 6 (provenientes essencialmente dos animais e dos cereais, sobretudo da soja) são a estrutura a partir da qual as células fazem substâncias pró-inflamatórias. As gorduras ómega 3 – provenientes das algas e dos peixes – são as que permitem que as células produzam substâncias anti-inflamatórias. Se uma pessoa tem uma doença inflamatória (por exemplo, uma alergia, artrite ou doença autoimune) e come muita gordura saturada, esta vai funcionar como substrato para a fogueira e agravar o processo inflamatório da doença que já tem. Ao contrário, se a pessoa ingerir gorduras ómega 3, vai ser capaz de construir extintores de incêndio para que as suas células produzam anti-inflamatórios.
Há outros exemplos?
Se uma pessoa tem tendência depressiva porque não consegue produzir serotonina em quantidade suficiente, deve comer os alimentos que têm os aminoácidos precursores da serotonina – a carne de peru, por exemplo, é extremamente rica em triptofano, que é um precursor da serotonina. Se a pessoa souber isto, no outono, quando o tempo fica mais escuro, porque é que não há de comer mais carne de peru em vez de carne de vaca?
A alimentação e o processo digestivo podem agravar ou controlar certas doenças?
Sim, se uma pessoa tem uma predisposição genética para a diabetes, Alzheimer, etc., a doença só vai manifestar-se se o gene for ativado. Mas o que as pessoas precisam de saber é que os genes também podem ser desativados – é a modulação genética através da nutrigenética. Como? O que ativa ou suprime a expressão dos genes é a presença de determinados fitoquímicos, substâncias que também se encontram nos alimentos.
Podemos dizer que há alimentos anti-inflamatórios?
Claramente. Os que têm ómega 3 – sardinha, cavala e os peixes das águas frias do Norte. Algumas substâncias vegetais dos legumes (tomate), frutos (quivi) e especiarias (a curcuma, que confere a cor amarela ao caril) também têm efeito modulador de alguns genes pró-inflamatórios. Mas alimentos anti-inflamatórios devem ser consumidos, independentemente de se ter doença ou não. Hoje sabe-se que um cérebro com Alzheimer já está inflamado vinte anos antes da manifestação da doença. Todas as doenças degenerativas começam com processos inflamatórias, as autoimunes também. Não conhecemos é as causas.
Há substâncias que devem mesmo ser eliminadas da alimentação?
Os aditivos químicos. Falo das substâncias químicas que não são alimentos, que são usadas pela indústria alimentar e podem ser geradoras de inflamação em contacto com o organismo. A vida corrente não nos permite evitar todos os aditivos, mas se estivermos despertos para esta realidade teremos mais atenção, faremos escolhas mais saudáveis e ingerimos menores quantidades.
E as gorduras?
As gorduras ómegas 6, que se encontram nas margarinas e nos óleos e que são provenientes da soja, do milho e do amendoim, são claramente pró-inflamatórias. Precisamos de ómega 6 no organismo, mas em quantidades muito reduzidas. O problema é que a cadeia alimentar atual é geradora de uma alimentação extraordinariamente rica em ómega 6 e pobre em ómega 3. Basta pensar que, dantes, as galinhas e as vacas comiam erva, agora comem rações provenientes da soja; os peixes comiam algas, agora comem rações também com soja. Os produtos alimentares que usamos são essencialmente da linha produtora de ómega 6.
Nos supermercados temos centenas de alimentos à escolha. Precisamos de tanta coisa?
Não precisamos de tantos produtos alimentares, necessitamos é de maior diversidade alimentar. Essas centenas ou milhares de produtos que vemos nas prateleiras são provenientes de quatro ou cinco alimentos – cereais, lácteos, açúcares e gorduras – e da indústria de processamento. Se olharmos para a quantidade de legumes, frutos, oleaginosas e peixe que as pessoas comem no dia a dia verificamos que não há variedade alimentar, as pessoas comem quase sempre o mesmo. Já pensou na variedade de saladas que é possível fazer? Mas se perguntar a alguém qual é a que come diz-lhe alface e tomate.
No supermercado fazemos escolhas condicionadas pela publicidade e o marketing. Como podemos fugir a isso?
Só vai mudar com a informação dos cidadãos. Nos países do Norte da Europa, onde a população é muito mais esclarecida, não encontramos nos supermercados esta quantidade enorme de alimentos-lixo – basta verificar que o espaço ocupado por refrigerantes, cereais de pequeno-almoço e óleos alimentares é muito reduzido. Exatamente o oposto do que se passa em Portugal.
A crise económica e as dificuldades das famílias podem piorar ainda mais a alimentação dos portugueses?
Também pode acontecer o contrário. Numa altura em que todos sentimos uma necessidade absoluta de gerir muito bem os orçamentos familiares, devemos fazer listas de compras de forma racional. E antes de comprar certos produtos alimentares, é obrigatório perguntar: «Preciso mesmo disto? Vale a pena? Faz-me ficar mais forte, vital, inteligente? Tem mais nutrientes?» Ocasionalmente, podemos comprar os tais alimentos que não comportam nenhum valor acrescentado mas que agradam ao paladar, mas isso é num dia de festa.
De que produtos podemos e devemos mesmo prescindir quando vamos às compras?
Devemos tirar os refrigerantes, cereais com açúcar, pastelaria, óleos e margarinas – para cozinhar devemos usar o azeite, só azeite. Todos os refrigerantes são um estrago de dinheiro – as pessoas devem beber água. Os cereais com açúcar (os de pequeno-almoço e as bolachas) também são prescindíveis – devemos escolher cereais completos, integrais, que até são mais baratos. Compare-se o preço de uma caixa de cereais de pequeno-almoço com o de um pacote de flocos de aveia, que são altamente nutritivos. A aveia é muito mais barata e muito nutritiva.
Mas comprar carne magra e peixe gordo, frutos e hortaliças é muito mais dispendioso…
Mas há estratégias que podem ser implementadas. Uma é comprar carne de melhor qualidade e comer menos quantidade e menos vezes. É preferível comer carne três vezes por semana em vez de comer carne gorda todos os dias. Além disso, toda a gente ganha se fizer uma alimentação vegetariana dois dias da semana e em vez da carne comer, por exemplo, arroz de feijão ou grão-de-bico com massa. Se se acrescentar hortaliças, ervas aromáticas e azeite, podemos dizer que são refeições perfeitas. Menos carne, mas de melhor qualidade; mais peixe (incluindo cavala e sardinhas, frescas ou em conserva de azeite) e ovos (podem ser consumidos três ou quatro por semana) são opções a privilegiar.
Não retira massa, arroz ou batatas ao seu carrinho de compras?
Não, mas reduzo as quantidades ingeridas. No prato devemos ter pequenas porções de massa, arroz ou batatas e maior quantidade de hortaliças, legumes e leguminosas.
Fala-se muito na responsabilidade social da indústria farmacêutica, que ganha dinheiro à custa do tratamento dos doentes. E quanto à responsabilidade social da indústria alimentar, que ganha dinheiro atirando-nos para a doença?
A indústria alimentar está a fazer maus alimentos, mas a verdade é que as pessoas só compram o que querem. Sei que quanto menor é a informação maior é a permeabilidade ao marketing, mas o caminho também se faz através da informação dos cidadãos e da sua responsabilização. Custa-me imenso ver nas caixas de supermercado que as pessoas aparentemente mais pobres também são as que levam os carrinhos repletos de produtos inúteis e nefastos para a sua saúde. É preciso repensar a política alimentar e inovar.
QUEM É CRISTINA SALES E O QUE É A MEDICINA FUNCIONAL INTEGRATIVA?
A medicina que Cristina Sales exerce dá pelo nome de medicina funcional integrativa – reúne diferentes disciplinas, profissionais e recursos terapêuticos, é centrada na pessoa e procura entender onde estão os desequilíbrios que desencadeiam a doença. Para uns, trata-se de uma abordagem vanguardista, mais adaptada aos pacientes, ao tratamento e controlo das chamadas doenças da civilização. Para outros, a prática médica de Cristina Sales ainda gera alguma desconfiança. Quem não receia são os doentes que a procuram – sobretudo pessoas que vivem com doenças crónicas (alergias, enxaquecas, fadiga crónica, doenças inflamatórias, endócrinas, metabólicas e autoimunes) e que não encontraram resposta satisfatória para os problemas que as afetam. Uma consulta com a médica do Porto dura uma hora e não se marca de um dia para o outro. Porque os pacientes já são muitos e porque as palestras e conferências em que Cristina Sales é oradora convidada também são frequentes.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Olha o Leite da Terra com o Dr Alberto Peribanez Gonzalez no Portugal no Coração RTP1


http://www.rtp.pt/play/p1058/e118496/portugal-no-coracao-ii

http://www.rtp.pt/play/p1058/e118496/portugal-no-coracao-ii


http://www.rtp.pt/play/p1058/e118496/portugal-no-coracao-ii

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http://www.rtp.pt/play/p1058/e118496/portugal-no-coracao-ii

http://www.rtp.pt/play/p1058/e118496/portugal-no-coracao-ii


Mousse de banana





1 bananas
2 ameixas secas e demolhas ( opcional )
1/2 limão
1 colher de linhaça moida
bata tudo e reserve

1 bananas
1/2 limão
1 colher de cacau
bata tudo e reserve

1 bananas
1/2 limão
3 morangos
bata tudo e reserve

Depois é só colocar  nos copo em camadas e decorar com morangos e pepitas de cacau

A reação da banana e do limão é quase que  imediata e da a consistencia de mouse!!!


 ✿Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ♫ ✿Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ

segunda-feira, 24 de março de 2014

Natas vivas... vivíssimas



Ingredientes:
2 copos de caju demolhado e seco (demolhado durante a noite por 6 a 8 horas )
2 colheres de chá de vinagre de maçã
1/2 colher de chá de flor de sal
1 e 1/ 4 de chávena da mais pura águ.
 
Modo de fazer

1) Escorra bem o caju e deixe secar.
2) Na bimby ou num processador de alimentos misture o caju, o vinagre de maçã e o sal até obter uma pasta oleosa e espessa. Isso levará cerca de 2 minutos .
3) Raspe o fundo e os lados de seu copo misturador e volte a bater.
4) Lentamente, adicionar a água no copo misturador. Bata por um minuto até fazer um purê grosso, repita o passo 3 em seguida, continuar a bater por mais de 30 segundos.

  Leve as natas ao frigorifico até engrossar.


Versapers!!! ;)


A Máquina de Sumos Lenta é muito SUPERIOR às Máquinas Centrifugadoras de Sumo (máquinas de sumo comuns). Está no mercado há apenas 2 anos. A Máquina de Sumos Lenta extrai o sumo por mastigação e prensagem, tem 80 rotações por minuto e gasta 150 Watts em comparação com as 24000 rotações por minuto e 15000 watts das Centrifugadoras habituais.
O calor gerado pela fricção e o impacto da rotação em alta velocidade, faz com que o sumo perca as suas qualidades naturais, nutrientes, enzimas, gosto e cor.
Ao contrário das centrifugadoras, esta Máquina de Sumos Lenta mantém intacta a estrutura celular das frutas e vegetais, através da ação de prensar e esmagar, liberta uma quantidade maior de nutrientes e enzimas, consegue produzir maior quantidade de sumo que as centrifugadoras (mais 25%).
É capaz de transformar em saborosos gelados frutas congeladas e também frutos secos e coco em manteiga. Extrai sumo de folhas verdes e rama de trigo.

Embora se chame Máquina Lenta de Sumos extrai o sumo a uma velocidade superior da Centrifugadora. No vídeo em baixo comparar-se uma Máquina de Sumos Lenta (a do lado esquerdo) e uma Centrifugadora (a do lado direito). 

 

 -.

Macarrão de Nabo

Esparregado de espinafre
Carne de amêndoas
100% cru, 100% vegan!


Carne de amêndoas

Ingredientes
1½ copo de amêndoas
1 copos de tomate seco sem estar no azeite
1 colher de sopa de miso escuro (opcional)
2 colheres de chá de orégano seco
5 colher de sopa de molho de soja
½ colher de chá raso de pimenta cayena seca
2 colher de sopa de azeite
1 colher de sopa de xarope de algave ou mel

Modo de preparo
Em um copo misturar as ervas, misso, xarope de algave, molhos de soja e os tomates secos e o azeite. Deixar de molho por 1 hora. Em seguida bater todos os ingredientes em um multiprocessador de copo pequeno.
Não bater muito para não virar papa, tem de deixar um tipo ralado grosso.
Onde comprar a spirali....
http://leitedaterra.blogspot.pt/2012/10/minha-spirali.html.


domingo, 23 de março de 2014

Sumo desintoxicante de Chlorella

Vem ai o verão, faça o seu próprio PROJECTO VERÃO aposte nos sumos para perder os quilinhos indesejados.


Ingredientes
2 folhas de couve picadas
1 kiwi
2 limões
1 colher de sopa de YAEYAMA CHLORELLA (Indiscutivelmente uma das melhores chlorellas do mundo)
1 copo (200ml) de água.

Modo preparo
Descasque o kiwi, corte em pequenos pedaços e reserve.
Exprema os dois limões e reserve.
Bata o kiwi, a couve picada e o sumo dos limões no liquidificador junto com a água. No final, acrescente a chlorella e volte a bater.

Beba imediatamente!

sexta-feira, 14 de março de 2014

Matcha, OX Nature!

*. Faça papa de aveia com chá de matcha... misture o chá à sua aveia  favorita, preparando-a como de costume.  Mas só de manhã senão não dormes.
*.Tempero para a salada com matcha. Misture o produto em pó com óleo de semente de uva ou linhça, cidra ou vinagre de arroz e uma pitada de sal e pimenta.
*. Smoothie de Matcha; uma colher de café de matcha em pó com  iogurte vivo. Acrescente banana e frutas vermelhas. UAUUUU!!!!
*.Sabe o que é ochazuke. Um prato popular no Japão, basta derramar Matcha quente sobre o arroz cozido. Acrescente ingredientes por cima, como algas marinhas.
*. Dissolva uma colher (chá) de matcha em pó em água. Misture cubos de gelo e sumo de gengibre.
*. Misture uma colher de matcha em pó na sua massa viva.
*. Na bimby, coloque nozes, amêndoas, e pistache, além de matcha. Passe o tofu na mistura e ponha no forno.
*. Misture vegetais fatiados (como pimentão e brócolis) e massa  viva, além de uma combinação picante de alho picado, pedaços de pimenta e um pouco de matcha em chá. Cruzinhe em fogo brando.
*. Incrementar o chá de matcha. Esprema sumo de limão e adicione um raminho de hortelã fresco.
*. Faça uma marinada. Coloque matcha em água morna e engrosse o líquido com mel ou agave, sal e pimenta. Adicione por ex: cogumelos ou courguetes no preparo.
*. O matcha pode ser um dos ingredientes de um delicioso cupcake. Basta duas colheres (sopa) de matcha na receita da cobertura.
*. Misturar matcha com leite vegetal resulta em uma bebida refrescante.(Fotografia)
*. Quer aumentar a quantidade de antioxidantes de seu pequeno-almoço? Então, que tal substituir o café por uma  mistura de matcha com leite vegetal?
*. Iogurte vivo é saudável com uma colher de matcha. Acrescente agave, nozes e frutas frescas.
*. Polvilhar os bolos e doces, com pó de matcha.
*. Faça um fondue Vivo. Cacau cru derretidos com matcha. Mergulhe pedaços de fruta na mistura e se delicie!
*. Coloque peras ou maçãs inteiras na matcha com água. Adicione, agave e outras especiarias. Desidrate em fatias ou inteiras.


quinta-feira, 13 de março de 2014

Canelonni / Canelone Vivo com Creme de Leite vegetal / Natas Vivas Vivissimas

 Canelone
Prato principal ou apenas aperitivo


Canelonni / Canelone Vivo com receheio de Queijo e Espinafre

Recheio de Queijo
Ingredientes
2 copos de macadamias
1 copo de pinhões
2 colher de sopa de sumo de limão
2 colher de sopa de levadura natural
2 pimentões amarelos
2 colheres sopa de salsa fresca cortada bem fina
1 colher de sopa de tomilho fresco
1 colher de chá rasa de flor de sal

Modo de preparo
Deixar todas as nozes de molho por 4horas e escorrendo por 1h, não deixar passar de 4horas.

Homozenizar todos os ingredientes em um liquidificador ou um multiprocessador de copo pequeno.
Recheio de Espinafre
Ingredientes
6 copos de folhas de espinafre
5 colheres de oregano seco ou 2 ser for fresco
1 colhere de sopa de azeite virgem
1 pitada de sal (desnecessário)

Homogenize todos os ingredientes a uma bacia e misture com um pouco de força.

O espinafre que se vende na europa é diferente do que se vende no Brasil. Eles chamam de (Baby spinach) o que seria as folhas jovens, uma vez que as folhas do Brasil são bem mais duras. Sendo assim você poderia usar mais força nas mão para promover um cruzimento mecânico.

Deixe marinando por uma hora ou mais. Poderia levar o espinafre ao forno bem brando, a 40ºC somente para acelerar o processo, porém não é necessário. Use um pouco mais de friquisão se tem pressa.


Canelonni / Canelone Vivo com receheio de "Carne"
Molho de Tomate

Recheio de "Carne"
Ingredientes
1½ copo de nozes
1 copos de tomate seco sem estar no azeite
1 colher de sopa de miso escuro
2 colheres de chá de orégano seco
2 colheres de chá de salvia seca
5 colher de sopa de molho de soja
½ colher de chá raso de pimenta cayena seca
2 colher de sopa de azeite de oliva
1 colher de sopa de xarope de algave ou mel

Modo de preparo
Em um copo misturar as ervas, misso, xarope de algave, molhos de soja e os tomates secos e o azeite.Deixar de molho por 3 horas.

Bater o líquido mais os outros ingredientes em um multiprocessador de copo pequeno.

Não bater até estar totalmente homogêo, faça com que se possa ver pedaços pequenos mas que se possa identificar.


Recheio de tomate
Ingredientes
Ingredientes
2 copo de tomate seco
2 tâmaras
2 dentes de alho
3 copos de tomate
1½ colher de sopa de orégano seco
1/3 copo de azeite
2 colheres de sumo de limão
1 colher de sopa de linhaça demolhada em água por 3 horas

Modo de preparo
Processar até estar totalmente homogêneo

Camada Pesto

Ingredientes
2 copos de basil fresco
¾ copo de pinhões
½ copo de azeite de oliva
1 pitada de sal
1 dente de alho
1 colher de sopa de suco de limão

Leve os ingredientes a um multi-processador de copo grande de lâmina “S”. Deixe pedaços grandes, não processe até estar totalmente fino.

Massa

3 couguetes
1 copo de sumo de limão
1 colher de chá cheia  flor de sal
1/2 copo de azeite ( não é necessário)

A massa sera feita de fatias de abobrinha bem finas. Use  um mandolim ou fatiador.
Atenção: As fatias devem serem cortadas longitudinais e não em forma de rodelas.
3 Abobrinhas seria o suficiente.
Após cortar as fatias uma técnica muito importante seria deixar marinando as fatias em:

1 colher rasa de chá de sal
3 colheres de sopa de azeite
1 pitada de pimenta negra, pimenta do reino em pó ou recém moída.

Receita das Natas Vivas Vivissima!! 

Eggplant Bacon Revisited



It's been a couple of years since I made Eggplant Bacon. I absolutely loved it then, so I'm not sure why I waited so long to recreate it. Perhaps it's because I remembered thinking it was fairly high in fat. I had made it in the midst of summer when eggplants were fairly prolific for a delicious BLT sandwich (you can view the recipe here).

So this time, when I got a hankerin' for vegan bacon, I decided to be a little more thoughtful about the ingredients, and the finished product did not disappoint!

I would recommend using a mandoline if you have one, which I do, but I cut my eggplants free style with just a cutting board and a knife and they came out just fine!  The goal is to cut them very thinly, but remember that they will reduce when you dehydrate or bake them.

Eggplant Bacon - tradutor
2 medium eggplants, ends trimmed, cut in half and then into thin "bacon-like" strips
4  tablespoons coconut aminos (you can use tamari or low sodium soy sauce)
4 tablespoons coconut vinegar (or apple cider or umeboshi plum vinegar)
4 tablespoons coconut nectar (I actually used maple syrup, as I was out of CN)
a drizzle of cold-pressed extra-virgin organic olive oil (I am thinking next time I'll try coconut oil!)
1 lime, juice only
2 teaspoons chili powder
pinch cayenne powder (optional - but I like it spicy!)
1/2 teaspoon garlic powder
1/2 teaspoon paprika (I used smoked)
1/4 teaspoon smoked alderwood salt (only use if using coconut aminos - otherwise it could make it too salty)
freshly cracked back pepper (I used approximately 1/2 teaspoon)

Whisk together all ingredients in a medium bowl until well combined. Fully coat each eggplant slice and lay into a 9 x 13 baking dish to marinate. Pour any remaining marinade over the top and cover with plastic wrap for at least one hour.

Transfer slices onto mesh dehydrator trays and warm at 135 degrees for the first hour. After one hour, I flipped the slices and brushed on the reserved marinade to re-coat. Return to the dehydrator, set now at 115 degrees to finish, approximately 8 -12 hours, depending on what level of crispiness you prefer.

If you don't have a dehydrator, place slices on parchment lined cookie trays and bake at 350 degrees F for about 30 - 45 minutes, brushing occasionally with reserved marinade.

The bacon was my delicious lunch today, served with a raw corn salad (recipe in Raw Food Cleanse or available online in this post). Getting my bacon, lettuce, corn & tomato on, even if it is the middle of winter!


Direitos do Leite da terra

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte poderá ser reproduzida, de forma alguma, sem a permissão formal por escrito do seu autor, excepto as citações incorporadas em artigos e ou postes com os devidos créditos