Mostrar mensagens com a etiqueta lugar de médico é na cozinha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta lugar de médico é na cozinha. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Livros para venda do Dr. Alberto - Portugal... e não só!
Tenho para venda (transferência bancaria = valor + portes dos CTT, para Portugal Contimental)
Os livros
- Lugar de Médico é na Cozinha do Dr. Alberto Peribanez Gonzalez e 40€00 + 6€40
- Brotos - Receitas da Culinária
Viva da germinação à mesa Kathleen O`Bannon 20€00 + 4€50
todos autografados pelo Dr. Alberto!
Os primeiros interessados levam — com Alberto Peribanez Gonzalez.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Lugar de Médico é na Cozinha - Alberto Gonzalez
Lugar de Médico é na Cozinha Pão Essênio doce ou salgado
Lugar de Médico é na Cozinha - Homus
Lugar de médico é na cozinha - Leite de Amêndoa
Lugar de Médico É na Cozinha - Brigadeiro
Lugar de Médico é na Cozinha - Mousse de Maracujá
Lugar de Médico é na Cozinha - Torta Maravilha
Lugar de médico é na cozinha - Spaguetti de Abobrinha
Lugar de médico é na cozinha - Espoleto de abacate
Lugar de médico é na cozinha - Caldeirada de Frutos do Mato
Lugar de médico é na cozinha - Leite da Terra/Suco Verde
Marcadores:
Alberto Gonzalez,
lugar de médico é na cozinha,
Pão Essênio
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Doce de ameixas com natas de Castanha do Pará
Ingredientes:
Ameixas vermelhas
agave
Castanhas do Pará (germinda 8h+12h+12h)
Linhaça (germinada 8h)
água
Modo de fazer:
Desidratei as ameixas vermelhas e maduras no desidratador solar por 4 horas.
Em seguida aqueci as ameixas em um tacho mexendo sempre com as mão para não passar da temperatura desejada e obter um xarope grosso. Reservei.
Num liquidificador (usei a Bimby) juntei 1 copo de Castanhas do Pará germinadas com 1 copo de água e 2 colheres de linhaça germinada e 1 colher de agave, bati até obter uma solução bem homogenia, passei tudo pela panela furada mais grossa, para obter natas gordas e encorpadas.
Empratar:
Em um copo coloquei as natas ao fundo e o doce de ameixa levemente misturado . Pincelei agave na ameixa para ficar brilhante.
Quer receber nossas actualizações automaticamente.
Marcadores:
Ameixa,
Doce,
lugar de médico é na cozinha,
Natas
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Calúnia contra os alimentos
Calúnia contra os alimentos crus
O que ocorre na Alemanha é uma campanha vergonhosa contra os alimentos naturais, orgânicos e vivos. Toda acusação de hortaliças, pepinos e dos brotos de sementes germinadas é improcedente. Isto é um abuso. Todos os que conhecem microbiologia sabem as cepas letais de Escherichia coli e bactérias em geral crescem em matéria desvitalizada - como laticínios e carne.
Os alimentos vivos são aqueles que contam com o menor número de bactérias por grama (500 unidades), quando comparados a qualquer outro tipo de alimento.
Esta campanha visou desviar a atenção da opinião pública mundial do verdadeiro pivô da crise: a carne de porco. Neste momento, todas as mostras de carne infectada devem estar devidamente incineradas e enterradas. Uma verdadeira operação foi montada para evitar a real notícia, que levaria à quebra da industria de carne de porco. Trata-se do alimento mais importante do país mais importante da comunidade européia.
O governo alemão destina agora 200 milhões de euros (346 milhões de reais) aos agricultores prejudicados, para acalmar os ânimos. Um preço barato, quando comparado ao prejuízo que ocorreria após a veiculação do verdadeiro culpado pelas mortes.
O governo alemão já afirma que "o real causador da doença poderá não ser identificado". Pedem para que acreditemos em Papai Noel! A Alemanha, com seus laboratórios altamente sofisticados e sistemas avançados de rastreamento sabe muito bem o causador da epidemia letal. Mas não pode veicular a verdade, o que levaria a uma crise sem precedentes e um efeito econômico "dominó", na já combalida Europa.
E quem paga pelos efeitos morais e éticos? Um governo aparentemente sério como o da Alemanha aponta o dedo contra um tipo de alimento! Isso deixa marcas por dezenas de anos e mesmo até gerações. Se observarmos bem, já existe uma falsa idéia de que alimentos crus possam conduzir doenças.
A maioria das pessoas que ingere carne, leite e muitos alimentos deteriorados, todos eles "cozidos", pensa estar protegida. Mas podem haver até um bilhão de bactérias em um prato cozido que você come na rua. Ninguém traz isso à tona. Por milagre, e por eficiência dos sistemas imunes intestinais, sobrevivemos a estes ataques.
Mesma sorte não tiveram aqueles que ingeriram hamburgueres da rede Burger King em Seattle, nos Estados Unidos. Foram 200 mortes causadas por E.Coli H 520. Mas as industrias se aproveitam da pouca memória e mesmo da falta de informação das pessoas.
Lançaram esta calúnia contra os alimentos crus. É como inocentar um assassino adulto e armado e jogar a culpa em uma criança que brinca no parque.
A falácia sobre alimentos crus vem da idade média, quando ratos caminhavam entre os alimentos e havia fezes nas ruas da Europa. Coisa dos tempos do cólera, da Inquisição.
É hora de virar a página. Estamos no século XXI. Segurança alimentar é alimento vegetal - cru, vivo, orgânico e natural. O resto é hipocrisia e interesses financeiros.
--
Alberto P. Gonzalez, médico
http://www.doutoralberto.com/
Se pretende receber as actualizações do Leite da terra CLIQUE AQUI
E confirme sua inscrição no e-mail.
Para começar a receber nossas mensagens, você deve abrir a mensagem que enviamos para o si e clicar no link de confirmação.
Se você não encontrar a mensagem em sua caixa de entrada, verifique se ela não está em sua pasta SPAM. Se depois de 24 horas você não tiver recebido, entre em contato.
O que ocorre na Alemanha é uma campanha vergonhosa contra os alimentos naturais, orgânicos e vivos. Toda acusação de hortaliças, pepinos e dos brotos de sementes germinadas é improcedente. Isto é um abuso. Todos os que conhecem microbiologia sabem as cepas letais de Escherichia coli e bactérias em geral crescem em matéria desvitalizada - como laticínios e carne.
Os alimentos vivos são aqueles que contam com o menor número de bactérias por grama (500 unidades), quando comparados a qualquer outro tipo de alimento.
Esta campanha visou desviar a atenção da opinião pública mundial do verdadeiro pivô da crise: a carne de porco. Neste momento, todas as mostras de carne infectada devem estar devidamente incineradas e enterradas. Uma verdadeira operação foi montada para evitar a real notícia, que levaria à quebra da industria de carne de porco. Trata-se do alimento mais importante do país mais importante da comunidade européia.
O governo alemão destina agora 200 milhões de euros (346 milhões de reais) aos agricultores prejudicados, para acalmar os ânimos. Um preço barato, quando comparado ao prejuízo que ocorreria após a veiculação do verdadeiro culpado pelas mortes.
O governo alemão já afirma que "o real causador da doença poderá não ser identificado". Pedem para que acreditemos em Papai Noel! A Alemanha, com seus laboratórios altamente sofisticados e sistemas avançados de rastreamento sabe muito bem o causador da epidemia letal. Mas não pode veicular a verdade, o que levaria a uma crise sem precedentes e um efeito econômico "dominó", na já combalida Europa.
E quem paga pelos efeitos morais e éticos? Um governo aparentemente sério como o da Alemanha aponta o dedo contra um tipo de alimento! Isso deixa marcas por dezenas de anos e mesmo até gerações. Se observarmos bem, já existe uma falsa idéia de que alimentos crus possam conduzir doenças.
A maioria das pessoas que ingere carne, leite e muitos alimentos deteriorados, todos eles "cozidos", pensa estar protegida. Mas podem haver até um bilhão de bactérias em um prato cozido que você come na rua. Ninguém traz isso à tona. Por milagre, e por eficiência dos sistemas imunes intestinais, sobrevivemos a estes ataques.
Mesma sorte não tiveram aqueles que ingeriram hamburgueres da rede Burger King em Seattle, nos Estados Unidos. Foram 200 mortes causadas por E.Coli H 520. Mas as industrias se aproveitam da pouca memória e mesmo da falta de informação das pessoas.
Lançaram esta calúnia contra os alimentos crus. É como inocentar um assassino adulto e armado e jogar a culpa em uma criança que brinca no parque.
A falácia sobre alimentos crus vem da idade média, quando ratos caminhavam entre os alimentos e havia fezes nas ruas da Europa. Coisa dos tempos do cólera, da Inquisição.
É hora de virar a página. Estamos no século XXI. Segurança alimentar é alimento vegetal - cru, vivo, orgânico e natural. O resto é hipocrisia e interesses financeiros.
--
Alberto P. Gonzalez, médico
http://www.doutoralberto.com/
Se pretende receber as actualizações do Leite da terra CLIQUE AQUI
E confirme sua inscrição no e-mail.
Para começar a receber nossas mensagens, você deve abrir a mensagem que enviamos para o si e clicar no link de confirmação.
Se você não encontrar a mensagem em sua caixa de entrada, verifique se ela não está em sua pasta SPAM. Se depois de 24 horas você não tiver recebido, entre em contato.
Marcadores:
leite da terra,
lugar de médico é na cozinha
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Entrevista do Dr. Alberto Gonzalez
Jornal A Tarde de Salvador - Jornalista: Fabiana Mascarenhas
1. Quais as vantagens de se consumir se alimentar de vegetais e frutas cruas?
As sociedades médicas britânica e belga já consideram a dieta vegetariana como medicinal. E este conceito já conquista sociedades médicas de outros países.
É questão de tempo para que esta forma de alimentação seja considerada medicinal por todas as sociedades médicas do planeta, inclusive a brasileira.
A alimentação viva era preconizada por Hipócrates, o pai da medicina ocidental. Ele dizia que " a Natureza é quem cura, sendo o médico apenas um assistente da Natureza".
Se pesquisarmos artigos científicos recentes nesta área do conhecimento, veremos que a cada dia aumentam as publicações que dão suporte e segurança para a alimentação vegetariana em geral, seja na promoção de saúde, seja na terapêutica das doenças. Por ser altamente hipocalórica, enzimática e mineralizada, a dieta de vegetais vivos e orgãnicos promove uma reestruturação do epitélio digestivo e das funções pancreática e hepática, além de adequada absorção e motilidade intestinal.
A ingesta de vegetais crus dá também suporte à microbiota (flora) intestinal. Ao substituir as bactérias altamente patogênicas - estimuladas pela alimentação contemporânea - por lactobacilos e bifidobactérias, presentes em abundância na seiva de frutas e verduras orgânicas, uma verdadeira transformação toma lugar em todos os níveis do organismo.
Ocorrem efeitos flagrantes ao nível neurológico e psíquico, imunitário, inflamatório, cardiovascular, endócrino e osteo-muscular. O sangue equilibra-se, tornando-se menos viscoso e tamponando variações iônicas, de glicose e pH.
A dieta contemporânea estrutura-se sobre o trinômio açúcares-farináceos-gordura industrial, que resume-se por amidos e carne industrializada cozidos ou fritos, "empurrados" por farta quantidade de refrigerantes e doces. Esta dieta "empaca" a digestão e desequilibra o metabolismo.
O resultado é o que estamos observando: obesidade em populações de baixa renda, crianças alérgicas e diabéticas, níveis cada vez mais altos de doenças cardiovasculares e degenerativas tal como o câncer, em uma faixa etária cada vez mais jovem. Em meu consultório e também junto ao Programa de Saúde da Família, o objetivo principal é afastar a população atendida deste trinômio mórbido.
2. Carnes e peixes também devem ser comidos crus? Dizem que fãs de carpaccio, kibe cru ou sushi, correm um risco maior de contaminação por bactérias ao ingerir esses alimentos, sobretudo, quando não se conhece a procedência dos produtos. Pesquisadores da Universidade de Brasília, por exemplo, detectaram em um estudo altos níveis de coliformes fecais e chumbo em algumas amostras de sushis e sashimis em oito restaurantes de Brasília. Quais as recomendações para evitar possíveis riscos?
Alimentar-se de carne é usufruir das proteínas acumuladas pelo animal herbívoro, ave ou pescado.
Grande parte da carne comercializada é produzida artificialmente, quer dizer, dando vida artificial aos animais, que são criados em cativeiro como meros objetos produtores de proteína. Desta forma ingere-se, além da proteína acumulada, pesticidas, antibióticos, metais pesados, corticóides e diversas outras substâncias aplicadas na engorda artificial do animal, todas elas - lamentávelmente - também acumuladas.
Por outro lado, é flagrante a contaminação por microorganismos, principalmente no Brasil, onde metade dos matadouros é clandestina.
A carne mistura-se às fezes evacuadas no desespero da antecipação da morte pelo animal.
A presença de coliformes (bactérias fecais) é maciça. Se considerarmos a morte de centenas de pessoas em Seattle, EUA, após a ingesta de hambúrgueres da rede "Burger King" pela letal Escherichia Coli H527, o mal da vaca louca, a gripe aviária e centenas de tipos de contaminações seguidas de intoxicação e morte dos consumidores de carne contaminada, nos afastaremos por definitivo desta forma inapropriada de dieta.
Se ingerirmos comida morta, ela nos matará. Mas se ingerirmos alimento vivo, o mesmo nos vivificará.
As bactérias existem para degradar máteria desvitalizada, por isto prevalecem na dieta cozida. Os macrobióticos, por exemplo, nunca "requentam" um prato préviamente cozido e privilegiam alimentos orgânicos.
O alimento vegetal vivo é práticamente isento de microorganismos pela presença de agentes bacteriostáticos e antioxidativos presentes na própria estrutura da planta.
Prato vegano: 500 bactérias patogênicas X prato padrão contemporâneo 1.000.000.000 bactérias patogênicas (Fungalbionics, Constantini e cols., 1994).
Alimentar-se de "quentinhas" e "self-services" é uma espécie de roleta-russa.
A dieta contemporânea também não dá suporte ao ambiente, criando exércitos de excluídos do campo, favorecendo as monoculturas extensivas à pequena produção rural, privilegiando organismos genéticamente modificados e uso de pesticidas aos métodos orgânicos amigáveis ao solo.
A maior causa de desmatamento da Amazônia é a expansão de pastos para gado de corte ou a produção de grãos para forragem deste mesmo gado.
3. O consumo de alimentos crus seria uma forma de garantir o aproveitamento máximo dos nutrientes. Qual o máximo de aquecimento ao qual os "alimentos vivos" (crus) podem ser submetidos?
A partir de 60 graus centígrados, começam a alterar-se as estruturas moleculares. Ao elevar-se mais a temperatura, proteínas desnaturam-se, enzimas perdem a atividade, ácidos graxos poliinsaturados hidrogenam-se e fitonutrientes antioxidantes desaparecem. Todos estes nutrientes são considerados essenciais pela nutracêutica, moderno ramo da ciência.
Na alimentação hiper-aquecida, ao atingirem-se os 100 graus centígrados, 50% das proteínas desnaturam-se e valores próximos a 100% são observados para as vitaminas do complexo B. As vitaminas em geral perdem os complexos moleculares que garantem o sinergismo e máxima absorção.
4. Muitas pessoas se queixam que adotar uma alimentação mais natural tem um custo mais elevado do que a alimentação tradicional. A dieta do crudicismo é para as camadas mais favorecidas da sociedade?
Existem dietas de baixa, média e alta renda, na alimentação contemporânea. A alimentação viva não foge à regra.
No Programa de Saúde da Família, duas comunidades de caráter misto rural/urbano receberão o ensino do preparo do "suco verde" ou "leite da terra", feito com verduras orgânicas produzidas pelas próprias comunidades. Objetiva-se, através deste suplemento, melhoria da saúde, redução do uso de medicamentos e ganhos de renda, obtidos pela comercialização do excedente das hortas.
Não objetivamos um modelo paternalista e filantrópico, mas auto-sustentável, com reflexos na saúde do homem e da comunidade e no uso apropriado da terra.
5. Há situações em que o cozimento pode aumentar a absorção de nutrientes pelo organismo. É o caso de leguminosas como feijão, soja e lentilha, ricos em substâncias que atrapalham a absorção de minerais. O problema não estaria em cozinhá-lo demais? Alguns nutricionistas afirmam que o cozimento em si não destrói necessariamente os nutrientes. O calor prolongado, sim.
Sou autor de um livro denominado "Lugar de Médico é na Cozinha" e conduzo um curso de extensão universitário denominado "Bases Fisiológicas da Terapêutica Natural e Alimentação Viva". Tenho um sítio eletrônico em construção, denominado www.oficinadasemente.com.br onde poderão obter-se brevemente informações a respeito deste livro, palestras e cursos.
Em nossas oficinas culinárias, ministramos aulas de germinação de sementes, em especial leguminosas. As lentilhas, por exemplo, germinam de forma rápida e excepcional, e passam a ter o sabor de um milho verde bem fresco. São fácilmente digeríveis e absorvíveis, apresentando além do sabor mineralizado e suculento um alto teor de nutrientes, em especial ferro e proteínas.
Todos os grãos e sementes potencializam-se e tornam-se biodisponíveis com a germinação.
Grão de bico germinado é muito adocicado, devendo ser ingerido com temperos amargos, tais como hortelã ou manjericão. Soja e amendoim germinados eu recomendo com restrições, por motivos distintos, respectivamente, indigestibilidade e contaminação por fungos.
Germinamos também cereais. No trigo germinado, por exemplo, reduzem-se os níveis de glúten.
6. Para os ayurvédicos, comer está relacionado à eliminação de toxinas. Tudo o que entra deve sair do corpo para que nele não sobrem restos de comida se decompondo. Pelo fato de serem de lenta digestão, os alimentos crus não são bem-vindos. O que acha desse conceito?
Sim, eles denominam este processo de "panchakarma", ou seja "limpeza dos canais energéticos".
A dieta ayurvedica original é viva. A Medicina Ayurveda denomina os alimentos vivos de satvicos, ou seja, que promovem desintoxicação e elevação espiritual. Para o equilíbrio dos doshas, diferentes formas de constituição biológica, deve-se individualizar o padrão alimentar.
O cozimento maciço na Índia moderna é recente, e resultado de uma aculturação ocorrida nos quatro cantos do planeta. Isto ocorreu devido à hegemonia da "Teoria do germe" do Dr. Louis Pasteur, em detrimento da "Teoria do terreno biológico" proposta pelos Drs. Antoine Bèchamp e Claude Bernard, ainda no século XIX.
O hiper-aquecimento e a pasteurização tornaram-se quase que obrigatórios.
A alimentação viva é a dieta original do homem e de todos os outros seres do planeta.
No início do século XX não havia sequer treinamento médico para a reversão de infartos do miocárdio, tal a raridade destes eventos. Hoje os ataques cardíacos e outras falências cardiovasculares são os maiores responsáveis pela mortalidade e morbidade nos Estados Unidos e no Brasil.
7. Segundo alguns nutricionistas, a dieta crudicista também pode implicar em alguns problemas. As duas principais patologias que podem afetar seus seguidores é a anemia por carência de vitamina B12 (esta vitamina só existe no reino animal) e a desnutrição protéica que poderá levar a patologias como o pseudo-parkinsonismo, lesões do sistema nervoso central além de uma infinidade de doenças carenciais.
Em dez anos como cirurgião e endoscopista só vi quatro casos de anemia perniciosa, dois no Brasil e dois na Alemanha. Eram devidos à não produção de fator intrínseco pelas células principais da mucosa gástrica. A inexistência deste fator impede a absorção da vitamina B12 pelo intestino delgado.
É raríssima a apresentação de anemia perniciosa por exclusiva deficiência nutricional. Curiosamente, esta hipovitaminose é mais comum em onívoros (que comem de tudo) que nos vegetarianos.
A carne acumula a vitamina B12, obtida pacífica e pacientemente pelos herbívoros. Mas lembremos que o cozimento da carne destrói por completo esta vitamina e seus coadjuvantes, como a biotina e o ácido fólico (dados do Instituto Max-Planck de Nutrição, Alemanha).
Entre os vegetarianos, a maior causa de queda de B12 é dieta mal equilibrada, que não supra as bactérias intestinais benéficas. Às vezes prescrevo suplemento de B12 somado às medidas exclusivamente culinárias. Este é aliás o único suplemento requerido por um vegetariano.
Os maiores produtores de B12 são os organismos homeostáticos do solo, notadamente os lactobacilos presentes no intestino de animais herbívoros. Nós também podemos manter populações de bactérias produtoras de B12 em nossos intestinos.
A alimentação viva inclui os probióticos produzidos através de cereais, sementes e hortaliças fermentados. É uma nutrição bacteriana.
O vegetariano pode alimentar-se adeqüadamente de proteínas na dieta, através de frutas, cereais, raízes, leguminosas, sementes, castanhas e hortaliças.
Existem inúmeros atletas de nível olímpico que são vegetarianos.
8. Segundo os princípios da medicina chinesa, no inverno o corpo necessita de comida quente, pois a ingestão de alimentos crus resfria ainda mais o corpo. Já no verão, o corpo necessita de alimentação mais fria, então os alimentos crus seriam adequados.
O alimento que aquece a célula não necessita estar cozido na panela.
O leite de gergelim, o queijo de girassol ou o chocolate de abacate são alimentos vivos altamente calóricos, mas fornecem estas calorias através de gorduras leves e proteínas, reduzindo os açúcares e amidos e a conseqüente necessidade da produção de insulina pelo pâncreas.
No inverno tornou-se hábito comer amido e acúcar em excesso, contribuindo para a hiperinsulinemia, dislipidemia e obesidade prevalentes neste período.
Meus pacientes e aprendizes de culinária mantém-se bem aquecidos no inverno, alimentando-se de sementes oleaginosas e fazendo pratos ditos "amornados", oferecidos a uma temperatura quente, mas que não queima a língua.
No verão preparamos hortaliças através de cozimento mecânico ou fermentativo e comemos muitas frutas. É uma alimentação nutritiva e refrescante.
9. Sobre a necessidade de uma alimentação equilibrada, como pregam alguns nutricionistas, com uma proporção adequada de carboidratos (açúcares), lipídios (gorduras) e proteínas. O que o senhor tem a dizer?
A alimentação viva é mineralizada e oferece enzimas, antioxidantes e óleos essenciais. A queima apropriada de combustíveis celulares é obtida a partir de uma predominância de lipídios e proteínas saudáveis, mantendo níveis baixos de carboidratos.
A dieta hipocalórica é chave para o rejuvenescimento celular, prevenção do câncer e longevidade.
10. Há alguma pergunta ou assunto que eu não tenha abordado que o senhor queira comentar?
Ufa! Tem sim, mas acho que já ficou longo demais... deixemos para um "segundo e terceiro capítulos"
Obrigada!
Shalom... Paz seja convosco
-------
Fonte: www.oficinadasemente.com.br
1. Quais as vantagens de se consumir se alimentar de vegetais e frutas cruas?
As sociedades médicas britânica e belga já consideram a dieta vegetariana como medicinal. E este conceito já conquista sociedades médicas de outros países.
É questão de tempo para que esta forma de alimentação seja considerada medicinal por todas as sociedades médicas do planeta, inclusive a brasileira.
A alimentação viva era preconizada por Hipócrates, o pai da medicina ocidental. Ele dizia que " a Natureza é quem cura, sendo o médico apenas um assistente da Natureza".
Se pesquisarmos artigos científicos recentes nesta área do conhecimento, veremos que a cada dia aumentam as publicações que dão suporte e segurança para a alimentação vegetariana em geral, seja na promoção de saúde, seja na terapêutica das doenças. Por ser altamente hipocalórica, enzimática e mineralizada, a dieta de vegetais vivos e orgãnicos promove uma reestruturação do epitélio digestivo e das funções pancreática e hepática, além de adequada absorção e motilidade intestinal.
A ingesta de vegetais crus dá também suporte à microbiota (flora) intestinal. Ao substituir as bactérias altamente patogênicas - estimuladas pela alimentação contemporânea - por lactobacilos e bifidobactérias, presentes em abundância na seiva de frutas e verduras orgânicas, uma verdadeira transformação toma lugar em todos os níveis do organismo.
Ocorrem efeitos flagrantes ao nível neurológico e psíquico, imunitário, inflamatório, cardiovascular, endócrino e osteo-muscular. O sangue equilibra-se, tornando-se menos viscoso e tamponando variações iônicas, de glicose e pH.
A dieta contemporânea estrutura-se sobre o trinômio açúcares-farináceos-gordura industrial, que resume-se por amidos e carne industrializada cozidos ou fritos, "empurrados" por farta quantidade de refrigerantes e doces. Esta dieta "empaca" a digestão e desequilibra o metabolismo.
O resultado é o que estamos observando: obesidade em populações de baixa renda, crianças alérgicas e diabéticas, níveis cada vez mais altos de doenças cardiovasculares e degenerativas tal como o câncer, em uma faixa etária cada vez mais jovem. Em meu consultório e também junto ao Programa de Saúde da Família, o objetivo principal é afastar a população atendida deste trinômio mórbido.
2. Carnes e peixes também devem ser comidos crus? Dizem que fãs de carpaccio, kibe cru ou sushi, correm um risco maior de contaminação por bactérias ao ingerir esses alimentos, sobretudo, quando não se conhece a procedência dos produtos. Pesquisadores da Universidade de Brasília, por exemplo, detectaram em um estudo altos níveis de coliformes fecais e chumbo em algumas amostras de sushis e sashimis em oito restaurantes de Brasília. Quais as recomendações para evitar possíveis riscos?
Alimentar-se de carne é usufruir das proteínas acumuladas pelo animal herbívoro, ave ou pescado.
Grande parte da carne comercializada é produzida artificialmente, quer dizer, dando vida artificial aos animais, que são criados em cativeiro como meros objetos produtores de proteína. Desta forma ingere-se, além da proteína acumulada, pesticidas, antibióticos, metais pesados, corticóides e diversas outras substâncias aplicadas na engorda artificial do animal, todas elas - lamentávelmente - também acumuladas.
Por outro lado, é flagrante a contaminação por microorganismos, principalmente no Brasil, onde metade dos matadouros é clandestina.
A carne mistura-se às fezes evacuadas no desespero da antecipação da morte pelo animal.
A presença de coliformes (bactérias fecais) é maciça. Se considerarmos a morte de centenas de pessoas em Seattle, EUA, após a ingesta de hambúrgueres da rede "Burger King" pela letal Escherichia Coli H527, o mal da vaca louca, a gripe aviária e centenas de tipos de contaminações seguidas de intoxicação e morte dos consumidores de carne contaminada, nos afastaremos por definitivo desta forma inapropriada de dieta.
Se ingerirmos comida morta, ela nos matará. Mas se ingerirmos alimento vivo, o mesmo nos vivificará.
As bactérias existem para degradar máteria desvitalizada, por isto prevalecem na dieta cozida. Os macrobióticos, por exemplo, nunca "requentam" um prato préviamente cozido e privilegiam alimentos orgânicos.
O alimento vegetal vivo é práticamente isento de microorganismos pela presença de agentes bacteriostáticos e antioxidativos presentes na própria estrutura da planta.
Prato vegano: 500 bactérias patogênicas X prato padrão contemporâneo 1.000.000.000 bactérias patogênicas (Fungalbionics, Constantini e cols., 1994).
Alimentar-se de "quentinhas" e "self-services" é uma espécie de roleta-russa.
A dieta contemporânea também não dá suporte ao ambiente, criando exércitos de excluídos do campo, favorecendo as monoculturas extensivas à pequena produção rural, privilegiando organismos genéticamente modificados e uso de pesticidas aos métodos orgânicos amigáveis ao solo.
A maior causa de desmatamento da Amazônia é a expansão de pastos para gado de corte ou a produção de grãos para forragem deste mesmo gado.
3. O consumo de alimentos crus seria uma forma de garantir o aproveitamento máximo dos nutrientes. Qual o máximo de aquecimento ao qual os "alimentos vivos" (crus) podem ser submetidos?
A partir de 60 graus centígrados, começam a alterar-se as estruturas moleculares. Ao elevar-se mais a temperatura, proteínas desnaturam-se, enzimas perdem a atividade, ácidos graxos poliinsaturados hidrogenam-se e fitonutrientes antioxidantes desaparecem. Todos estes nutrientes são considerados essenciais pela nutracêutica, moderno ramo da ciência.
Na alimentação hiper-aquecida, ao atingirem-se os 100 graus centígrados, 50% das proteínas desnaturam-se e valores próximos a 100% são observados para as vitaminas do complexo B. As vitaminas em geral perdem os complexos moleculares que garantem o sinergismo e máxima absorção.
4. Muitas pessoas se queixam que adotar uma alimentação mais natural tem um custo mais elevado do que a alimentação tradicional. A dieta do crudicismo é para as camadas mais favorecidas da sociedade?
Existem dietas de baixa, média e alta renda, na alimentação contemporânea. A alimentação viva não foge à regra.
No Programa de Saúde da Família, duas comunidades de caráter misto rural/urbano receberão o ensino do preparo do "suco verde" ou "leite da terra", feito com verduras orgânicas produzidas pelas próprias comunidades. Objetiva-se, através deste suplemento, melhoria da saúde, redução do uso de medicamentos e ganhos de renda, obtidos pela comercialização do excedente das hortas.
Não objetivamos um modelo paternalista e filantrópico, mas auto-sustentável, com reflexos na saúde do homem e da comunidade e no uso apropriado da terra.
5. Há situações em que o cozimento pode aumentar a absorção de nutrientes pelo organismo. É o caso de leguminosas como feijão, soja e lentilha, ricos em substâncias que atrapalham a absorção de minerais. O problema não estaria em cozinhá-lo demais? Alguns nutricionistas afirmam que o cozimento em si não destrói necessariamente os nutrientes. O calor prolongado, sim.
Sou autor de um livro denominado "Lugar de Médico é na Cozinha" e conduzo um curso de extensão universitário denominado "Bases Fisiológicas da Terapêutica Natural e Alimentação Viva". Tenho um sítio eletrônico em construção, denominado www.oficinadasemente.com.br onde poderão obter-se brevemente informações a respeito deste livro, palestras e cursos.
Em nossas oficinas culinárias, ministramos aulas de germinação de sementes, em especial leguminosas. As lentilhas, por exemplo, germinam de forma rápida e excepcional, e passam a ter o sabor de um milho verde bem fresco. São fácilmente digeríveis e absorvíveis, apresentando além do sabor mineralizado e suculento um alto teor de nutrientes, em especial ferro e proteínas.
Todos os grãos e sementes potencializam-se e tornam-se biodisponíveis com a germinação.
Grão de bico germinado é muito adocicado, devendo ser ingerido com temperos amargos, tais como hortelã ou manjericão. Soja e amendoim germinados eu recomendo com restrições, por motivos distintos, respectivamente, indigestibilidade e contaminação por fungos.
Germinamos também cereais. No trigo germinado, por exemplo, reduzem-se os níveis de glúten.
6. Para os ayurvédicos, comer está relacionado à eliminação de toxinas. Tudo o que entra deve sair do corpo para que nele não sobrem restos de comida se decompondo. Pelo fato de serem de lenta digestão, os alimentos crus não são bem-vindos. O que acha desse conceito?
Sim, eles denominam este processo de "panchakarma", ou seja "limpeza dos canais energéticos".
A dieta ayurvedica original é viva. A Medicina Ayurveda denomina os alimentos vivos de satvicos, ou seja, que promovem desintoxicação e elevação espiritual. Para o equilíbrio dos doshas, diferentes formas de constituição biológica, deve-se individualizar o padrão alimentar.
O cozimento maciço na Índia moderna é recente, e resultado de uma aculturação ocorrida nos quatro cantos do planeta. Isto ocorreu devido à hegemonia da "Teoria do germe" do Dr. Louis Pasteur, em detrimento da "Teoria do terreno biológico" proposta pelos Drs. Antoine Bèchamp e Claude Bernard, ainda no século XIX.
O hiper-aquecimento e a pasteurização tornaram-se quase que obrigatórios.
A alimentação viva é a dieta original do homem e de todos os outros seres do planeta.
No início do século XX não havia sequer treinamento médico para a reversão de infartos do miocárdio, tal a raridade destes eventos. Hoje os ataques cardíacos e outras falências cardiovasculares são os maiores responsáveis pela mortalidade e morbidade nos Estados Unidos e no Brasil.
7. Segundo alguns nutricionistas, a dieta crudicista também pode implicar em alguns problemas. As duas principais patologias que podem afetar seus seguidores é a anemia por carência de vitamina B12 (esta vitamina só existe no reino animal) e a desnutrição protéica que poderá levar a patologias como o pseudo-parkinsonismo, lesões do sistema nervoso central além de uma infinidade de doenças carenciais.
Em dez anos como cirurgião e endoscopista só vi quatro casos de anemia perniciosa, dois no Brasil e dois na Alemanha. Eram devidos à não produção de fator intrínseco pelas células principais da mucosa gástrica. A inexistência deste fator impede a absorção da vitamina B12 pelo intestino delgado.
É raríssima a apresentação de anemia perniciosa por exclusiva deficiência nutricional. Curiosamente, esta hipovitaminose é mais comum em onívoros (que comem de tudo) que nos vegetarianos.
A carne acumula a vitamina B12, obtida pacífica e pacientemente pelos herbívoros. Mas lembremos que o cozimento da carne destrói por completo esta vitamina e seus coadjuvantes, como a biotina e o ácido fólico (dados do Instituto Max-Planck de Nutrição, Alemanha).
Entre os vegetarianos, a maior causa de queda de B12 é dieta mal equilibrada, que não supra as bactérias intestinais benéficas. Às vezes prescrevo suplemento de B12 somado às medidas exclusivamente culinárias. Este é aliás o único suplemento requerido por um vegetariano.
Os maiores produtores de B12 são os organismos homeostáticos do solo, notadamente os lactobacilos presentes no intestino de animais herbívoros. Nós também podemos manter populações de bactérias produtoras de B12 em nossos intestinos.
A alimentação viva inclui os probióticos produzidos através de cereais, sementes e hortaliças fermentados. É uma nutrição bacteriana.
O vegetariano pode alimentar-se adeqüadamente de proteínas na dieta, através de frutas, cereais, raízes, leguminosas, sementes, castanhas e hortaliças.
Existem inúmeros atletas de nível olímpico que são vegetarianos.
8. Segundo os princípios da medicina chinesa, no inverno o corpo necessita de comida quente, pois a ingestão de alimentos crus resfria ainda mais o corpo. Já no verão, o corpo necessita de alimentação mais fria, então os alimentos crus seriam adequados.
O alimento que aquece a célula não necessita estar cozido na panela.
O leite de gergelim, o queijo de girassol ou o chocolate de abacate são alimentos vivos altamente calóricos, mas fornecem estas calorias através de gorduras leves e proteínas, reduzindo os açúcares e amidos e a conseqüente necessidade da produção de insulina pelo pâncreas.
No inverno tornou-se hábito comer amido e acúcar em excesso, contribuindo para a hiperinsulinemia, dislipidemia e obesidade prevalentes neste período.
Meus pacientes e aprendizes de culinária mantém-se bem aquecidos no inverno, alimentando-se de sementes oleaginosas e fazendo pratos ditos "amornados", oferecidos a uma temperatura quente, mas que não queima a língua.
No verão preparamos hortaliças através de cozimento mecânico ou fermentativo e comemos muitas frutas. É uma alimentação nutritiva e refrescante.
9. Sobre a necessidade de uma alimentação equilibrada, como pregam alguns nutricionistas, com uma proporção adequada de carboidratos (açúcares), lipídios (gorduras) e proteínas. O que o senhor tem a dizer?
A alimentação viva é mineralizada e oferece enzimas, antioxidantes e óleos essenciais. A queima apropriada de combustíveis celulares é obtida a partir de uma predominância de lipídios e proteínas saudáveis, mantendo níveis baixos de carboidratos.
A dieta hipocalórica é chave para o rejuvenescimento celular, prevenção do câncer e longevidade.
10. Há alguma pergunta ou assunto que eu não tenha abordado que o senhor queira comentar?
Ufa! Tem sim, mas acho que já ficou longo demais... deixemos para um "segundo e terceiro capítulos"
Obrigada!
Shalom... Paz seja convosco
-------
Fonte: www.oficinadasemente.com.br
Marcadores:
Entrevista,
lugar de médico é na cozinha
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Raw Food / Pão Essênio / Lugar de Médico é na Cozinha
A receita básica tem mais de 2000 anos e consta do Evangelho de Paz dos Essênios.
1. Colocamos uma xícara e meia de grãos orgânicos (trigo, centeio, milho, cevada, aveia) em três xícaras de água, durante uma noite. Escorremos a água e deixamos germinar durante 36 horas, enxaguando e escorrendo os grão de duas a três vezes ao dia.
2. Moemos os grãos germinados em um moedor, um liqüidificador ou um processador. Amassamos até adquirir a consistência de uma massa de pão.
3. Podemos adicionar diversos temperos (timo ou cominho), alimentos (alho ou cebola picada) ou passas, tâmaras, sementes de girassol, etc.
4. Untamos uma assadeira ou frigideira e colocamos a massa em rodelas achatadas.
5. Colocamos no sol ou em um lugar quente (um forno morno).
6. O pão está pronto quando por fora formou-se uma crosta fina e dentro está úmido, mas não grudento.
Obs1:: É preferível desidratar o pão ao sol, pois a massa absorverá a energia do astro rei, fonte da vida na Terra. Em caso de dia nublado, pode-se usar o forno, tomando cuidado para não aquecer demais.
"Deixai que os anjos de Deus vos preparem o vosso pão. Umedecei o vosso trigo, para que o anjo da água penetre nele. Ponde-o então no ar, para que o anjo do ar o abrace. E deixai-o da manha à noite debaixo do sol, para que o anjo da luz solar desça sobre ele. E a benção dos três não tardará a fazer o germe da vida brotar no vosso trigo. Em seguida moei o vosso grão e fazei obreiras finas, como faziam seus antepassados quando partiam do Egito a casa da servidão. Tornai a pô-las debaixo do sol quando ele aparece e, quando ele subir ao ponto mais alto dos céus, virai-as do outro lado para que elas sejam abraçadas ali também pelo anjo da luz solar e deixai-as onde estão até que o sol se ponha. Pois os anjos da água, do ar da luz solar alimentaram e amadureceram o vosso trigo do campo e, da mesma forma, precisam também preparar o vosso pão" (p.43,44 SZEKELY, 1981).
Fonte:Trigo & Girassol. - http://trigoegirassol.blogspot.com/2007/10/po-essnio.html
Pão essênio
É possível fazer pão sem ser cozido a partir de brotos de cereais biológicos. O pão dos essênios é feito a partir de cereais germinados, moídos.
Ingredientes:
• 3 copos de trigo
• 3 copos de água
Modo de preparar:
1. Lave o trigo em água fresca, drene e coloque de molho os grãos com mais água fresca numa bacia grande. Cubra a bacia com uma placa ou um pano, por aproximadamente 12 horas. Os grãos absorverão uma quantidade considerável de água.
2. Drene os grãos num coador, cubra o coador com uma placa (prato) para impedir que os grãos sequem, e coloque num lugar sem luz e longe do sol. Enxágüe os grãos aproximadamente 3 vezes ao dia, e começarão a brotar. Num par de dias os brotos alcançarão o seu comprimento ideal . O crescimento depende da umidade e da temperatura, seja pois paciente.
3. Moa num moinho ou num processador de alimentos.
4. Após moer, despeje a mistura numa superfície de trabalho limpa. Esprema e amasse os grãos por aproximadamente 10 minutos, e dê a forma então de 2 círculos pequenos, com suas mãos. Polvilhe uma folha de papel vegetal com pouco de farelo, e ponha os pães sobre ele.
5. Coza-os a 45 graus no forno ou ao sol. Não é necessário pré-aquecer o forno.
Mais receitas :
http://leitedaterra.blogspot.com/search?q=Ess%C3%AAnio
http://leitedaterra.blogspot.com/2009/08/pao-essenio.html
http://leitedaterra.blogspot.com/2009/01/po-essnio-salgado.html
1. Colocamos uma xícara e meia de grãos orgânicos (trigo, centeio, milho, cevada, aveia) em três xícaras de água, durante uma noite. Escorremos a água e deixamos germinar durante 36 horas, enxaguando e escorrendo os grão de duas a três vezes ao dia.
2. Moemos os grãos germinados em um moedor, um liqüidificador ou um processador. Amassamos até adquirir a consistência de uma massa de pão.
3. Podemos adicionar diversos temperos (timo ou cominho), alimentos (alho ou cebola picada) ou passas, tâmaras, sementes de girassol, etc.
4. Untamos uma assadeira ou frigideira e colocamos a massa em rodelas achatadas.
5. Colocamos no sol ou em um lugar quente (um forno morno).
6. O pão está pronto quando por fora formou-se uma crosta fina e dentro está úmido, mas não grudento.
Obs1:: É preferível desidratar o pão ao sol, pois a massa absorverá a energia do astro rei, fonte da vida na Terra. Em caso de dia nublado, pode-se usar o forno, tomando cuidado para não aquecer demais.
"Deixai que os anjos de Deus vos preparem o vosso pão. Umedecei o vosso trigo, para que o anjo da água penetre nele. Ponde-o então no ar, para que o anjo do ar o abrace. E deixai-o da manha à noite debaixo do sol, para que o anjo da luz solar desça sobre ele. E a benção dos três não tardará a fazer o germe da vida brotar no vosso trigo. Em seguida moei o vosso grão e fazei obreiras finas, como faziam seus antepassados quando partiam do Egito a casa da servidão. Tornai a pô-las debaixo do sol quando ele aparece e, quando ele subir ao ponto mais alto dos céus, virai-as do outro lado para que elas sejam abraçadas ali também pelo anjo da luz solar e deixai-as onde estão até que o sol se ponha. Pois os anjos da água, do ar da luz solar alimentaram e amadureceram o vosso trigo do campo e, da mesma forma, precisam também preparar o vosso pão" (p.43,44 SZEKELY, 1981).
Fonte:Trigo & Girassol. - http://trigoegirassol.blogspot.com/2007/10/po-essnio.html
Pão essênio
É possível fazer pão sem ser cozido a partir de brotos de cereais biológicos. O pão dos essênios é feito a partir de cereais germinados, moídos.
Ingredientes:
• 3 copos de trigo
• 3 copos de água
Modo de preparar:
1. Lave o trigo em água fresca, drene e coloque de molho os grãos com mais água fresca numa bacia grande. Cubra a bacia com uma placa ou um pano, por aproximadamente 12 horas. Os grãos absorverão uma quantidade considerável de água.
2. Drene os grãos num coador, cubra o coador com uma placa (prato) para impedir que os grãos sequem, e coloque num lugar sem luz e longe do sol. Enxágüe os grãos aproximadamente 3 vezes ao dia, e começarão a brotar. Num par de dias os brotos alcançarão o seu comprimento ideal . O crescimento depende da umidade e da temperatura, seja pois paciente.
3. Moa num moinho ou num processador de alimentos.
4. Após moer, despeje a mistura numa superfície de trabalho limpa. Esprema e amasse os grãos por aproximadamente 10 minutos, e dê a forma então de 2 círculos pequenos, com suas mãos. Polvilhe uma folha de papel vegetal com pouco de farelo, e ponha os pães sobre ele.
5. Coza-os a 45 graus no forno ou ao sol. Não é necessário pré-aquecer o forno.
Mais receitas :
http://leitedaterra.blogspot.com/search?q=Ess%C3%AAnio
http://leitedaterra.blogspot.com/2009/08/pao-essenio.html
http://leitedaterra.blogspot.com/2009/01/po-essnio-salgado.html
Marcadores:
lugar de médico é na cozinha,
Pão Essênio,
Vídeo,
Videos
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Já em Portugal!!!!
Marcadores:
lugar de médico é na cozinha
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Lugar de Médico è na Cozinha

A primeira edição sai em 2008, o blog nasce em 2008, mas só tenho o livro nas minhas mães em 2010....
Não deixe de ler, o livro é muito bom!!!!!
Marcadores:
lugar de médico é na cozinha
Subscrever:
Mensagens (Atom)





