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quinta-feira, 15 de março de 2012

Dra. Kirstine Nolfi - Tratamento com alimentos crus

Tratamento com alimentos crus

Dra. Kirstine Nolfi

Antes que me desse conta da importância dos alimentos crus, minha atitude era exactamente a mesma de outros médicos — tratava dos sintomas da doença, sem pensar na prevenção. No futuro, encontrar meios de prevenção, muito mais do que fazemos hoje, deveria ser dever da profissão médica ao invés de tentar curar quando já é tarde.

Adoptei uma alimentação exclusivamente crua porque fiquei gravemente doente. Tive câncer da mama. A doença, é claro, havia sido precedida de má nutrição e maus hábitos durante doze anos de formação hospitalar.

Inicialmente, descobri um pequeno nódulo no seio direito. Cansada e sem ânimo, não prestei muita atenção ao nódulo até cinco semanas mais tarde. Descobri que estava do tamanho de um ovo de galinha. Havia crescido aderindo à pele — um sinal característico do câncer. Como médica, estava suficientemente bem informada para não querer me submeter ao tratamento geralmente usado nesses casos. Lembrei, então, de passar para uma alimentação 100% vegetariana crua.

Parti em busca da natureza. Vivi durante algum tempo em uma pequena ilha. Tomava banhos de sol durante várias horas por dia, dormia em uma barraca e tomava banhos de mar. Alimentei-me exclusivamente de frutas e hortaliças cruas. Mais tarde, introduzi esse hábito de vida no sanatório Humlegaarden.

Após dois meses, comecei a melhorar. O nódulo foi regredindo e minhas forças voltaram. Aparentemente, estava curada e me sentia muito bem.

Após um ano de boa saúde — persuadida pelo Dr. Hindhede — tentei voltar, a título de experiência, a uma alimentação vegetariana que incluía 50% de alimentos vegetais cozidos. Não deu outra. Após alguns meses, comecei a sentir uma dor aguda no seio onde o tumor havia aderido à pele. A dor aumentou e percebi que o câncer estava crescendo novamente. O câncer voltara devido aos alimentos cozidos. Mais uma vez, voltei à alimentação crua. A dor diminuiu rapidamente e eu me senti menos cansada.

Como médica, achei que deveria usar a experiência adquirida para ajudar outras pessoas doentes. Sob minha iniciativa, foi criada uma sociedade anónima que comprou a propriedade Humlegaarden. Bem adequada ao meu propósito, ela foi adaptada como sanatório onde todos os doentes e funcionários seguiam somente a alimentação crua.

Alimentos crus são vivos
Por que será que a alimentação 100% crua exerce um efeito tão benéfico para as pessoas que a adoptam?

Em primeiro lugar, isso ocorre porque o alimento cru é um alimento vivo, tal como nos oferece a Natureza. É somente a planta, com suas finas folhas verdes abertas, que consegue absorver a luz solar e transformá-la em raízes, tubérculos, frutas e sementes. Por isso, tanto homens como animais usam as plantas para proporcionar energia solar ao seu organismo.

Chamo os alimentos crus de alimentos vivos, ao contrário dos alimentos cozidos, que considero alimentos mortos. Devemos cuidar para que os alimentos não contenham substâncias que contrariam a química do organismo, para que os resíduos não fiquem retidos por muito tempo e apodreçam no intestino grosso. Portanto, o melhor alimento é totalmente natural — não passou por nenhum tipo de processamento. É preciso acrescentar, o alimento vivo é muito mais fácil de digerir.

Os alimentos crus ajudam e fortalecem o organismo de todas as maneiras porque contêm enzimas, elementos vivos básicos e vitaminas que se combinam de forma natural, dissolvendo e eliminando as toxinas. Toda pessoa sensata percebe que nossa alimentação actual é muito destrutiva. É a causa mais comum e mais grave das doenças físicas e psicológicas e da degeneração constitucional do organismo. Precisamos buscar hábitos de vida e uma alimentação mais saudáveis, se queremos viver melhor agora e no futuro. Não podemos nos contentar, fazendo concessões, quando a vida e a saúde estão em jogo. Precisamos adoptar a única solução correta — uma alimentação 100% crua.

As frutas secas não são tão boas quanto as frescas. Na primavera de 1946, recebemos algumas frutas secas (uvas-passa, tâmaras, ameixas e figos). Pensei que não faria mal incluí-las na minha alimentação, mas estava errada. Essas frutas haviam sido tratadas com produtos químicos a fim de preservá-las e dar-lhes melhor aspecto. Depois de consumi-las durante três ou quatro meses, comecei, de repente, a sentir dores violentas no tecido da mama e descobri um pequeno nódulo no seio direito, no exacto lugar do câncer anterior. Voltei a comer apenas alimentos frescos e crus e o nódulo desapareceu.

Os alimentos frescos crus contêm o máximo valor nutritivo, não podendo ser aumentado nem melhorado. Esquentar, secar, armazenar, fermentar e conservar reduz e destrói o valor. As hortaliças cozidas têm pouco sabor; é preciso fazer alguma coisa para torná-las saborosas. Misturamos vários alimentos, acrescentamos sal, açúcar, condimentos e manteiga. Também removemos o germe e o farelo do trigo, polimos o arroz, refinamos o açúcar, descascamos as frutas e as batatas e raspamos as cenouras. Carnes, peixes, ovos e queijos fornecem um grande excesso de proteína animal.

Bebidas à base de café, cacau e chá preto contêm estimulantes tóxicos. Além disso, conservamos alimentos com produtos químicos — ácido benzóico, ácido salicílico, salitre, ácido bórico e ácido sulfúrico — para que não deteriorem e tenham boa aparência. Também o uso de medicamentos está aumentando cada vez mais. Tomamos calmantes, soníferos, sedativos e laxantes — todos eles produtos tóxicos estranhos ao organismo.

Resultado da alimentação viva
Vamos abordar por um instante a maneira como essa alimentação age sobre diversas doenças. A acção depende da idade do doente, da intoxicação, do enfraquecimento e da deterioração de sua constituição, devido a uma alimentação nociva e maus hábitos.

De forma geral, haverá um efeito curativo sobre quase todas as doenças — quer sejam adquiridas durante nossa vida ou devidas a predisposições hereditárias — se o organismo estiver razoavelmente bem e conseguir se beneficiar de uma alimentação exclusivamente crua.

Percebi, também, que os doentes que se submetem totalmente à alimentação crua perdem, aos poucos, a vontade de fumar.

Quanto mais cedo adoptarmos uma alimentação vegetariana crua, mais cedo seus benefícios se farão sentir. As mulheres que adoptam uma alimentação crua durante a gravidez, sentem-se melhor. O parto é rápido e quase sem dor; o bebê sadio, forte e ágil, coopera. Os alimentos crus produzem leite bom e abundante, durante todo o primeiro ano, se a mãe continuar comendo cru. Após poucos meses, ela pode começar a dar para o bebê um complemento de frutas e hortaliças, raladas na quantidade que ele pede. Entretanto, nunca deve dar frutas e hortaliças ao mesmo tempo — sempre separadamente.

Mesmo a criança que ainda não nasceu pode ser prejudicada pela má alimentação da mãe, porque é nutrida pelo seu sangue enfraquecido. Assim, existem condições que favorecem a doença e o nené já nasce fraco. Após o parto, sua saúde deteriora, principalmente quando o leite materno é de qualidade e quantidade insuficientes. Dessa forma, no mundo civilizado, as crianças nascem fracas — algumas mais, outras menos — e a humanidade entra em estado de degeneração.

E quanto aos idosos ou aos doentes que adoptaram essa alimentação tarde demais? O que podem esperar? Todos podem se beneficiar da alimentação vegetariana crua.

As pessoas precisam ser pacientes, mostrar energia e estar muito motivadas. Precisam, também, descansar bastante, principalmente no início. Os primeiros dias podem ser sofridos, até que estejam acostumados com essa alimentação e hábitos de vida diferentes. Logo, porém, sentirão uma melhora. O intestino funcionará regularmente, o que para muitos é um grande estímulo.

A alimentação crua exerce seu efeito benéfico sobre todas as formas de reumatismo e artrite reumática, quando essas doenças ainda não atingiram um estado muito avançado. Constatamos o efeito benéfico sobre as doenças causadas por excesso de ácido úrico, sobre a psoríase, enxaqueca, pedras na vesícula, rins e bexiga. Quase todas as doenças da pele são curadas com bastante rapidez. Queda de cabelo, seborreia e caspa desaparecem. As infecções melhoram ou são curadas.

A alimentação totalmente crua também pode beneficiar casos de câncer e de patologias em estágio terminal. Pode aliviar a dor e prolongar a vida. Quando o câncer é tratado a tempo, é possível obter uma remissão durante muitos anos. O tratamento com alimentos crus precisa ter início assim que o câncer é detectado e precisa ser seguido 100%.

Seria muito importante que os médicos adquirissem mais conhecimento nesse campo. Médicos dinamarqueses e estrangeiros ficaram por algum tempo em Humlegaarden e puseram sua experiência em prática com seus clientes.

A alimentação viva na prática
Para concluir, algumas palavras sobre as condições práticas e o uso diário de alimentos crus. É indispensável que os alimentos sejam orgânicos. Por isso, sentimos a necessidade de introduzir uma horta orgânica. Da mesma forma, o solo, muito adubado com adubo químico, corre o risco de se tornar tão doente quanto o homem — com excesso de acidez, superalimentado, dele brotam plantas doentes, inadequadas para o consumo humano.

Cerca de mil doentes passam por Humlegaarden a cada ano. Tanto os doentes como os funcionários vivem exclusivamente de alimentos não cozidos e, de acordo com nossa experiência, uma dieta de transição não é necessária.

A alimentação varia de acordo com as estações do ano e consiste de três refeições diárias. Fazemos uma refeição de frutas pela manhã e à noite e uma refeição de hortaliças ao meio-dia. Nunca misturamos frutas e hortaliças.

Se o estado dos doentes permitir, os alimentos crus são servidos inteiros; se não, são ralados pouco antes da refeição. Uma vez ralados ou cortados em pequenos pedaços, os alimentos perdem seu teor de vitaminas. Os alimentos precisam ser cuidadosamente mastigados, de preferência até que se tornem uma papa. Mesmo aqueles que forem ralados devem ser bem insalivados.

Os oleaginosos fornecem um bom complemento. A refeição vegetal consiste de folhas verdes, raízes e tubérculos. Todas as frutas são ingeridas com casca. No caso de doenças como gastrite e úlcera gástrica, é preciso tomar cuidado no início.

Se a alimentação crua for associada a hábitos de vida saudáveis, muita coisa vai melhorar. As doenças, pouco a pouco, serão prevenidas. A obesidade se tornará uma raridade.

A vida será alegre para as pessoas saudáveis
O trabalho doméstico vai se reduzir pela metade — e as horas de lazer adicionais serão uma fonte de alegria para todos. Veremos mais pessoas com o corpo esbelto, o porte erecto, o andar flexível, a pele fresca, os dentes brancos e fortes, e os cabelos vigorosos. Com o corpo saudável, nossos pensamentos negativos se transformarão em pensamentos positivos e contribuirão para o grande progresso cultural que o mundo aguarda ansiosamente. Só então valerá a pena viver!
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Dra. Kirstine Nolfi, famosa médica dinamarquesa, falecida aos 66 anos em 1967, descreveu suas experiências com os alimentos vivos em uma pequena brochura traduzida para varias línguas e está disponível em português na TAPS.
Publicado no Leite da terra em 01.10.2008

Aqui voce pode ler o livro todo....

Fonte TAPS

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Consoada com "cruzinhados" saudáveis

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Consoada com cruzinhados saudaveis!


Qual a real importância do Natal nas nossas vidas? E como transmite ele as aspirações de vida de cada um, suas memórias de infância e, porque não dizê-lo, suas crenças culturais?
Parece incontornável que, para a civilização ocidental, o Natal se tornou uma época muito específica, que nos acompanha, querendo ou não, desde o início das nossas vidas, criando expectativas, cultivando idéias e sentimentos específicos. Já vimos e ouvimos todas as opiniões possíveis sobre esta quadra festiva, desde os que dizem adorar a data, passando pelos indiferentes e indo até às que dizem detestar a época por, alegadamente, a associarem a um período de nostalgia e depressão. Sabendo dessas diferenças individuais podemos e devemos estar conscientes da nossa responsabilidade em respeitar e reconhecer os sentimentos de cada um. Extrovertidos e introspectivos, mais velhos ou mais novos, carnívoros ou omnivoros, vegetarianos ou vegans, em todas podemos perceber um jeito diferente de olhar o mundo nos dias de Natal.

Uma coisa é certa: mesmo com tantas diferenças, no interior de cada um de nós existe uma “chama” acesa que sinaliza a essência das pessoas, com todos os seus valores religiosos, morais, cívicos e familiares e que desperta nesta data.


Preparar uma Consoada para essa diversidade de personalidades e culturas não é fácil, mas devemos, em todo o caso, respeitar as diferenças. Temos aqui a oportunidade de introduzir novos pratos, novas idéias, novos conceitos, pois a resistência com que normalmente nos deparamos ao introduzir algo de novo nos hábitos alimentares tem aqui uma boa chance de se enfraquecer nessa época tão mágica, mesmo para aqueles que não acreditam. É como se os ares se preparassem para contagiar os corações de todos e com isso pudessem facilitar o acesso de atitudes nobres como o perdão, a reconciliação, o diálogo e muitas outras dignas e fundamentais no caminho de nossa realização pessoal se consubstanciassem nos sabores natalícios. Se a isto pudermos juntar uma mesa farta sem aumentar o colesterol, sem ter os impedimentos da diabetes, sem comprometer a tensão arterial educando pacientemente hábitos antigos mais conservadores, ensinar dicas e receitas de como melhorar a nossa saúde, ou ainda mais importante, de como melhorar a saúde daqueles que amamos sentirá, por certo, uma sensação de realização. Quem já pensou no quanto participou de momentos que fizeram a vida de um outro alguém melhor, mais saudável, mais equilibrada?


Com este espírito de tolerância e compreensão, propomos algumas alterações na ementa de modo a que a mensagem a passar seja simples: faça os seus doces sem açúcar, não use óleo, elimine a carne e o peixe. A aposta deve fazer-se nas verduras, nas frutas e nos germinados, recomenda Márcia Almeida (leitedaterra@gmail.com) , responsável pelo site “Leite da Terra” (http://www.leitedaterra.blogspot.com/).


Deve também substituir os fritos e salgadinhos como entrada na noite da Consoada. Coloque pratinhos com Cruditeés (Palitos) de cenoura e de courgettes e patés de vários sabores . De entrada uma sopa tradicional de cenoura crua com folhas de espinafres. Para o prato principal faça uma lasagna de beringela com molho de pinhões, espinafre e molho de tomate. As sobremesas são o ponto forte por isso use e abuse da sua imaginação: mousse de frutas da época, doce em taças, frutas recheadas....O valor dos pratos crus está no facto de não usarmos açúcar e pouquíssimo, ou nenhum, azeite e sal. A moderação deve começar na confecção.


Mas não basta. Devemos ter muita cautela na maneira como nos servimos já que a comida crua tem a vantagem de nos “encher” mais depressa, e se queremos provar de tudo devemos ser moderados a servimo-nos. As sobremesas são de sonho (como é obrigatório em todas as sobremesas). Por isso o critério de não abusar nos pratos salgados coloca-se também aqui. Podemos terminar a refeição com um sumo natural de abacaxi para auxiliar na digestão.


Depois da refeição principal, e ao longo da noite, a atenção será focada nos frutos secos, que, apesar de serem muito ricos em vitaminas e minerais, também têm muita gordura. Mas depois de uma Consoada tão magnífica, duvido que haja quem vá abusar.

Algumas dicas
Para comer bem
Use só azeite extra virgem; reduzir o sal; reduzir o açúcar, preferindo o açúcar das passas e das tâmaras; optar sempre por produtos integrais e biológicos.

Para poupar
Fazer lista dos ingredientes dos pratos e dos doces e só comprar o que está na lista; aproveitar campanhas e promoções .

Entrada
Cruditeés (Palitos) de cenoura e de courgettes e pates de vários sabores

Ingredientes (para oito pessoas):
6 cenouras, 3 courguettes, 1 cebola pequena, 1 dentes de alho, 1/2 dl de azeite, 2 chávenas de grão de bico germinado, oregãos.
Preparação: Bata tudo em um bom processador de alimentos, da Bimby a varinha magica o resultado é sempre divinal. Assim que obtiver uma pasta homogenia esta pronto. Pode fazer variações, usando: pimentos, alhos, coentros....

Prato principal
Dose: 8 pessoas

Ingredientes:
4 beringelas médias
Creme de grão de bico germinado
Molho vermelho
Molho Verde
Sumo de 2 limões
1 dente de alho
Alho Francês
Flor de Sal
Shoyo

Modo de Fazer:
Cortar o alho francês em anéis e deixar marinar no shoyo (molho de soja) por uma hora.
Cortar a beringelas longitudinalmente em fatias finas, amassar com sal e limão usando as mãos para amaciar e colocar as fatias num pirex. Reservar.
Colocar a primeira camada de beringela no fundo de um pirex refractário e sobre ela o creme de grão de bico, alternando as camadas com molho vermelho e molho verde. Finalizar com a camada de grão de bico. Distribuir o alho francês marinado sobre a última camada.
Amornar no forno aberto com uma temperatura de 45ºC.

2 - Molho de grão de bico germinado
Ingredientes:
150 gr de grão de bico germinado e descascado
Flor de Sal
Shoyo

Modo de Fazer:
Colocar o grão de bico numa panela furada e amassá-lo com auxilio de um rolo de massa para soltar as cascas. Lavar bem , repetir até não ficar (quase) nenhuma casca.
Processar o grão descascado com alho e sal, acrescentando um pouquinho de água para dar a consistência de molho.

3 - Molho Vermelho
Ingredientes:
1 pimentão amarelo
1 pimentão vermelho
1 tomates maduros sem sementes
1 cebola roxa
Azeite extra virgem

Modo de Fazer:
Picar finamente os ingredientes e misturá-los.

4 - Molho Verde
Ingredientes:
Salsa
Cebolinho
Manjericão
Shoyo

Modo de Fazer:
Picar finamente os ingredientes e misturá-los.

Alternativa ao molho de grão (branco)
5 - Molho Amêndoa - Faz as vezes de queijo
Ingredientes:
100g de amêndoas germinada e sem pele
1/2 dente de alho
flor de sal

Modo de Fazer:
Descascar as amêndoas e processar com alho e sal, acrescentando um pouquinho de água para dar a consistência de molho.
Fecho este artigo com o desejo, sempre ouvido da boca dos que connosco convivem, de que “o ano que aí vem seja melhor!”. Certamente que será. Tudo pode ser diferente à medida que nos permitirmos. Natal é tempo de reflexão! Feliz Natal e votos de melhores refeições.


Nossos Contactos
Conheça uma alternativa, saudável, saborosa e muito barata.
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Vegetarianismo radical

Há quem ache que matar animais é um direito natural do homem. Assim como já houve quem achasse natural na espécie humana o extermínio de uma raça por outra

O cheiro de sangue é forte e pode ser sentido de longe. No mercado a céu aberto, o cliente escolhe o animal que lhe parece mais suculento. O golpe na virilha do cachorro é rápido, mas a morte não vem depressa. O sofrimento dura alguns minutos. Os animais que recebem o golpe na jugular têm mais sorte. Mas os abatedores de cães temem a mordida e preferem atacar o animal por trás.

Essa cena se repete diariamente na China. "Que absurdo", diriam os ocidentais, para quem os cães são animais de estimação. O mesmo diria um indiano diante da forma como tratamos bois e vacas. Não há diferença entre matar um boi e um cachorro para comer. O raciocínio vale também para o esfolamento de galinhas, porcos e outros animais.

Tortura, dor, sofrimento, desolação. Animais de várias espécies são tratados como mercadoria, apenas mais um bem de consumo. Morrem covardemente e seus cadáveres são vendidos aos pedaços. Crescem em ambientes artificiais, agressivos à sua natureza. Como pode um animal tão dócil quanto uma vaca ser privado do seu instinto materno só porque a indústria requer que se separe da sua cria quando esta tem apenas alguns dias de vida? Como as aves, animais territoriais, podem viver à razão de oito animais por metro quadrado e não se tornarem neuróticas? Isso para não falar das torturas exercidas nos testes dos laboratórios científicos, mesmo existindo alternativas para o desenvolvimento de novos produtos.

Há quem ache um direito natural do homem submeter os animais a todo tipo de crueldade, assim como já foi natural, no passado, que algumas pessoas se julgassem superiores às outras pela diferença da cor da pele ou do credo religioso. Foi preciso que grupos abolicionistas e humanistas surgissem, mesmo sendo ridicularizados e discriminados no início, para que os homens enxergassem o absurdo na forma como tratavam outros seres humanos. Haverá um momento em que o homem, auxiliado por um novo tipo de abolicionistas – que falam por seres que não podem falar por si – , saberá que os outros animais não são sua propriedade. São seres com direito à vida.

Enquanto esse dia não chega, pagamos um alto preço sofrendo de doenças ligadas ao consumo de produtos animais. Obesidade, doenças cardiovasculares, diversos tipos de câncer, alergias e outros problemas de saúde que afetam boa parte da população de países desenvolvidos como os Estados Unidos. Bactérias se tornam mais resistentes graças ao uso em massa de antibióticos nos sistemas intensivos de criação animal.

A sociedade ganha uma dose extra de violência com rodeios, farras do boi, rinhas de cães e outras atrocidades em que as crianças aprendem desde cedo qual é a lei que impera no reinado humano. Um império cuja herança é incerta, já que 30% da devastação da floresta amazônica é destinada à formação de pastos para o gado. A população de animais de corte nos EUA produz 130 vezes mais lixo que a população humana daquele país. É sabido que quando consumimos na escala mais baixa da cadeia alimentar (vegetais), reduzimos o consumo dos recursos naturais em até 90%.

Esses são alguns dos motivos pelos quais me abstenho do consumo de qualquer produto animal, incluindo leite, ovos, mel, couro, lã, seda, cosméticos que tenham sido testados em animais etc. O termo atribuído a esse estilo de vida é vegan, chamado por alguns de vegetarianismo radical – apesar de não sermos tão radicais quanto aqueles que estouram os miolos de um animal inocente apenas para sentir o sabor de sua carne por alguns segundos.

Como nutricionista, e apoiado por vasta literatura científica, posso dizer que o único produto animal essencial à nutrição humana é o leite – que deve ser o da própria espécie e ingerido apenas durante o período de amamentação. Depois dessa fase, os alimentos de origem vegetal são capazes de suprir todas as necessidades nutricionais de qualquer pessoa. E com vantagens, por se tratar de uma dieta isenta de colesterol e rica em fibras, vitaminas e minerais. Para aqueles que acreditam que os alimentos de origem animal são necessários para suprir as necessidades de proteína, ferro e cálcio, recomendo um estudo mais aprofundado. É muito fácil desenhar uma dieta vegan com 200% das recomendações de ferro, 150% de proteína e 100% de cálcio. É preciso que o debate seja informado pela literatura científica e não por campanhas publicitárias pagas pela indústria da carne e do leite.

Nutricionista, especialista em nutrição clínica e nutrição vegetariana e-mail: nutriveg@iname.com

Por George Guimarães

Fonte: Super Abril

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Comida crua para diabetes I e II







Publicado pela primeira vez no Leite da Terra em Outubro de 2008

endereço: http://youtu.be/YSUw9SaPLmA

sábado, 26 de junho de 2010

O Ser Ecológico

As futuras gerações: as crianças são as mais vulneráveis da agricultura extensiva e com agrotóxicos. Segundo um relatório do Environmental Working Group (Grupo de Trabalho Ambiental), quando uma criança completa um ano de idade, já recebeu a dose máxima de agrotóxicos que seria permitida para uma vida inteira. Potencialmente, os bebês estão mais expostos a resíduos químicos do que a maioria dos adultos, basicamente porque consomem mais frutas, legumes e verduras (em relação ao seu pequeno peso) e são mais propensas a absorver toxinas porque seu trato gastrintestinal é mais permeável.

Todo “eco” só será “lógico”, quando ressoar em todos os ambientes possíveis da nossa sociedade. Quando for pauta para as nossas disciplinas de formação. Quando somar instrução à gestação, ao pré-primário dos nossos próximos hábitos e cultura - Flávio Basset

Um estudo de 2003, realizado pela Universidade de Washington, concluiu que as crianças que comiam frutas e vegetais orgânicos tinham concentrações de pesticida seis vezes menores do que as que consumiam produtos convencionais.

Enquanto os alimentos de cultura orgânica nutrem e protegem as crianças dos agrotóxicos, o alimento derivado da agricultura intensiva contém menos nutrientes do que a produzida há 60 anos. Uma equipe da Universidade de Emory (EUA), analisou amostras de urina de crianças entre 3 e 11 anos alimentadas com produtos orgânicos, e concluiu que praticamente não continham metabólitos de malation e clorpirifos, dois pesticidas de uso tradicional nas culturas convencionais. Entretanto, depois que essas crianças voltaram a ingerir alimentos não orgânicos, os metabólitos rapidamente aumentaram para 263 partes/bilhão, segundo estudo divulgado no dia 21 de fevereiro (2006).

Solo, agrotóxicos e alimentos vazios: as técnicas modernas de cultivo que apostam em um crescimento rápido e altos rendimentos, estão afetando a qualidade do solo, flora e fauna. A qualidade das águas, do ar e nutricional da humanidade.

E, trata-se de um sistema insustentável que depende fortemente de fertilizantes químicos, como o nitrogênio, para manter a ‘produtividade’ alta, mas que produz “alimentos vazios”. Tais “alimentos vazios” contêm propriedades nutricionais insuficientes e suspeita-se que tenham um papel no rápido aumento da obesidade, já que as pessoas comem mais para obter a nutrição de que necessitam.

Um relatório de 2001 da Britain’s Soil Association (Associação Britânica do Solo) analisou 400 estudos de pesquisa nutricional e chegou a conclusões semelhantes: os alimentos cultivados organicamente apresentam mais minerais e vitaminas, melhor dizendo, são alimentos nutricionalmente mais adequados e saudáveis.

As culturas extensivas (monoculturas mecanizadas) vão empobrecendo o solo a cada ano. A tecnologia da agricultura moderna devolve à terra apenas alguns fertilizantes sintéticos que não podem substituir o que se perdeu. Além disso, os herbicidas e inseticidas matam os microorganismos do solo, que têm papel importante em sua fertilidade e ajudam as plantas a crescerem e; matam toda a fauna que preserva o equilíbrio do ecossistema.

O que precisamos defender é a “agricultura via sistemas naturais”, que envolve o uso de cultivos perenes em policultivos, isto é, plantar diferentes vegetais juntos, como praticavam nossos ancestrais em muitas partes do mundo.

Cuidados com a Água: na cultura convencional os agrotóxicos utilizados nas plantações atravessam o solo, alcançam os lençóis freáticos e poluem rios e lagos, comprometendo todo o eco-sistema.

Na irrigação da agricultura orgânica, além de não haver risco de poluir as águas do planeta, somente utiliza-se água limpa e sem poluentes, originadas de poços artesianos controlados ou de minas preservadas.

Amparo ao produtor: o trabalhador rural precisa ser preservado, tanto quanto o solo, a fauna e a qualidade dos alimentos. Inclusive ter motivos para trabalhar e viver com dignidade da terra. Seus filhos, diante desta constatação, terão estímulos para seguir trabalhando na terra.

Adquirindo produtos ecologicamente corretos contribuímos para a fixação do agricultor na terra, para a preservação da terra, para a qualidade de vida e saúde do agricultor orgânico. Evitamos o êxodo rural e, viabilizamos de um dia sermos um agricultor rural.

Além disso, ajudamos também a frenar o envenenamento dos agricultores e famílias por agrotóxicos, situação que vitima cerca de 1 milhão de agricultores no mundo inteiro.

Ao optar por produtos orgânicos, as pequenas propriedades poderão manter-se sem assumir dívidas pela compra abusiva de defensivos tóxicos.

Cidadania e responsabilidade social: consumindo produtos orgânicos, você exercita seu papel social, contribuindo para a conservação e preservação do meio ambiente, além de apoiar causas sociais relacionadas com a proteção do trabalhador e a eliminação da mão-de-obra infantil.

Biodiversidade: a perda das espécies é um dos principais problemas ambientais. A agricultura orgânica preserva sementes e impede o desaparecimento de numerosas espécies, incentivando as culturas mistas (permacultura) e fortalecendo o ecossistema. Assim, a fauna permanece em equilíbrio e todos os seres coexistem em harmonia.

Aquecimento global e economia de energia: precisamos ter a consciência de que o alimento mais saudável e terapêutico é aquele que cresce à nossa volta. A quinoa é excelente para o povo das altitudes (Andes), a tâmara para o povo do deserto e as frutas tropicais para os brasileiros. Precisamos lembrar da enorme quantidade de dinheiro e energia gasta para transportar os alimentos de outros países, estados e regiões. Respeitemos as safras, os ciclos da natureza. Valorizemos o que está perto, mais barato e abundante.

O solo tratado com substâncias químicas, normalmente importadas e caras pelo custo de importação e transporte, libera grande quantidade de gás carbônico, gás metano e óxido nitroso. A agricultura e administração florestal sustentáveis podem reduzir a emissão desses gases, desacelerando as causas do aquecimento global.

Atualmente, mais energia é consumida para produzir fertilizantes artificiais do que para plantar e colher todas as safras.

Custo social e ambiental: o alimento orgânico não é, na realidade, mais caro que o alimento convencional se considerarmos que, indiretamente, estaremos reduzindo nossas despesas com médicos e medicamentos e os custos com a recuperação ambiental.

Segundo o médico paranaense Dr. Tsutomu Higashi, o primeiro princípio da
segurança alimentar é o de não ser envenenado. “Não adianta se preocupar
com a quantidade de seus nutrientes se o alimento já estiver contaminado”.

Alimentos mais nutritivos e saborosos: uma das principais preocupações da agricultura orgânica é com a qualidade e preservação do solo. O mundo presencia uma grande perda de solo fértil pela erosão, lixiviação de lagos, rios e mares, devido ao uso inadequado de práticas agrícolas extensivas (monocultura). Com a agricultura orgânica é possível reverter gradualmente essa situação.

Solos balanceados e fertilizados com adubos naturais produzem alimentos mais nutritivos. A comida fica mais saborosa, conservando as propriedades naturais dos alimentos como aroma, textura, cor e sabor. São ricos em água estruturada, vitaminas, sais minerais, carboidratos e proteínas. O alimento orgânico não contém substâncias tóxicas nociva à saúde. São mais palatáveis e fáceis de digerir.

Saúde garantida: muitos dos pesticidas utilizados no Brasil estão proibidos em vários países, devido às suas conseqüências nocivas para a saúde humana, tais como câncer, alergia e problemas respiratórios. Um relatório da Academia Americana de Ciências, publicado em 1982, calculou em 1,4 milhão/ano o número de novos casos de câncer provocados por agrotóxicos. Os alimentos de origem animal estão contaminados pela ação dos perigosos coquetéis de antibióticos, hormônios e outros medicamentos; que são aplicados na pecuária convencional, quer o animal esteja doente ou não.

Somente consumindo orgânicos estaremos protegidos do consumo de alimentos geneticamente modificados (transgênicos).

Finalizando: alguns autores e artigos questionam se realmente os alimentos da cultura orgânica são superiores nutricionalmente que os de cultura convencional. Eu penso: tudo bem, existem pessoas de todo tipo, de todo credo, cercado pelas pesquisas que realizou, etc. Não vou agora questionar esta polêmica por este lado. O que desejo que todos reflitam é:

Qual tipo de cultura é mais ecológica e cuida mais da terra e todos os seres deste planeta?


Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para a alimentação natural, bem-estar e qualidade de vida. Conheça seu livro Alimentação Desintoxicante - como ativar o sistema imunológico - editora Alaude.

fonte: www.docelimao.com.br.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Healthy Vegetarian Kids

Vegetarian foods, which are rich in complex carbohydrates, protein, fiber, vitamins, and minerals, are the best foods for children to eat. They form the foundation of dietary habits that support a lifetime of good health. According to the American Dietetic Association, “Well-planned vegan and other types of vegetarian diets are appropriate for all stages of the life cycle, including during pregnancy, lactation, infancy, childhood, and adolescence.”39

Doctors and researchers have found that children who follow meat-free diets grow up to be healthy and strong. A study of 4,746 Minnesota adolescents published in the Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine found that vegetarian kids were more likely than nonvegetarians to meet government standards for several of the most important dietary recommendations.

40 According to the Physicians Committee for Responsible Medicine, “Children who are raised on whole grains, vegetables, fruits, and legumes will have a lower risk of heart disease, stroke, diabetes, cancer, and many obesity-related illnesses compared to their counterparts raised on the average American diet.

”41 Dr. Charles Attwood writes that vegetarian children often grow taller than their meat-eating friends, noting, “Children on low-fat diets of mostly vegetables, fruits, grain, and legumes, when consuming adequate calories, not only grow normally, but have actually been shown to attain greater height than meat-eating children.”42

A healthy vegan diet is easy to plan and maintain, especially since products that are fortified with calcium, vitamin D, and vitamin B12 are now available in most grocery stores. Mock meats are especially delicious and are also readily available in most areas. All you need to follow a vegan diet are some great vegan recipes and a handy shopping guide.

Imagine a brighter future for the next generation—children who are happier, healthier, and less susceptible to illnesses like heart disease, cancer, diabetes, obesity, and food allergies. A vegan diet is the best protection against disease that we can give to our children. Don’t our kids deserve the best?


Source: GoVeg.com
Fonte: Veggie love planet

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Leite da Terra no Time Out




Workshop. em Lisboa (inscrição obrigatoria)
Ministrado por: Márcia Brandão de Almeida
data: 12 de Junho
Horário: 15h as 19h
Preço: 40€
local: Av. Almirante Reis 152 - Lisboa
tel: 21 847 66 78
Workshop. no Porto (inscrição obrigatoria)
Ministrado por: Márcia Brandão de Almeida
data: 27 de Junho
Horário: 10h as 14h NIVEL I
Horário: 15h as 19h NIVEL II
Preço: 40€ por nível (os níveis podem ser feitos separadamente)
Local: Quintal Bioshop - Rua do Rosário, 1774050-524 Porto Portugal
Tel/Fax: +351 222 010 008
mais informações:
124602

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Para repletir


HISTÓRIA CURTA...

Charles Plumb, era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã.
Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil.
Plumb saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita. Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisseia e o que aprendera na prisão.
Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:
“Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?"
“Sim, como sabe?", perguntou Plumb.
“Era eu quem dobrava o seu pára-quedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?"
Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:
"Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje."
Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se:
“Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse Bom Dia? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro."
Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.
Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua plateia:

"Quem dobrou teu pára-quedas hoje?".

Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Precisamos de muitos pára-quedas durante o dia: um físico, um emocional, um mental e até um espiritual.
Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido.
Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém, ou ainda simplesmente de dizer algo amável.
Hoje, esta semana, este ano, cada dia, procura dar-te conta de quem prepara teu pára-quedas, e agradece-lhe.
Ainda que não tenhas nada de importante a dizer, envia esta mensagem a quem fez isto alguma vez.
E manda-a também aos que não o fizeram.
As pessoas ao teu redor notarão esse gesto, e te retribuirão preparando teu pára-quedas com esse mesmo afecto.
Todos precisamos uns dos outros, por isso, mostra-lhes tua gratidão.
Às vezes as coisas mais importantes da vida dependem apenas de acções simples.
Só um telefonema, um sorriso, um agradecimento, um Gosto de Você, um Te Amo.
Obrigado por todos os favores que sem merecer recebi de ti e nunca te agradeci.

COM CARINHO

Fonte: Recebido por email

Ciclo de Palestras Segunda sem Carne - Hoje

Fui convidada para assistir o Ciclo de Palestras Segunda Sem Carne, mas os 10.000 km são realmente um problema!


Quem estiver mais perto, não perca.

Ciclo de Palestras segunda sem Carne

" Alimentação sem carne - aspectos médicos e nutricionais"

Dia 01 de fevereiro, às 19 h
( não é necessário se inscrever. Pode chegar com 15 minutos de antecedência)


A Universidade Aberta do Meio Ambiente e cultura de Paz (UMAPAZ) convida para a palestra " Alimentação sem carne - aspectos médicos e nutricionais", que será proferida pelo médico ERIC SLYWITCH, no dia 01 de fevereiro às 19h na sede da UMAPAZ.

Em sua palestra, o Dr. Eric abordará as principais questões médicas e nutricionais que precisamos saber para a adoção de uma dieta vegetariana (ou redução do consumo de carnes) com segurança.

O evento abre o "Ciclo de Palestras Segunda Sem Carne" que contará com a participação de médicos, nutrólogos, chefes de cozinha e demais profissionais e estudiosos que possam esclarecer, informar e orientar na prática de uma alimentação saudável e adequada a um novo conceito de sustentabilidades.


Serviço: Ciclo de Palestras Segunda sem Carne
tema: "ALIMENTAÇÃO SEM CARNE - ASPECTOS MÉDICOS E NUTRICIONAIS"
Palestrante: Dr. Eric Slywitch
Dia e horário: 01 de fevereiro, às 19h
Coordenação: Angélica Berenice de Almeida
PARTICIPAÇÃO GRATUITA - Não é necessário inscrição
Por favor cheguem com 15 minutos de antecedência
Local: UMAPAZ - Av. quarto Centenário, 1268 - portão 7 - A - Parque do Ibirapuera.
Informações: tel. (11) 5572-1004
Nota: depois contem-me tudo!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Conversa entre bactérias

Agência FAPESP – Um grupo de cientistas da Universidade da Califórnia em Diego, nos Estados Unidos, desenvolveu ferramentas que permitem ver como bactérias “conversam” umas com as outras e como enfrentam e vencem a batalha contra outros microrganismos.

O objetivo da pesquisa é entender como populações diferentes de células se comunicam, o que poderá auxiliar no desenvolvimento de novas terapias para as mais variadas doenças.

As bactérias, para se comunicar, segregam moléculas que enviam sinais a outros microrganismos para, por exemplo, obter mais nutrientes. Outras moléculas são secretadas para “desligar” mecanismos de defesa do hospedeiro.

Em artigo publicado neste domingo (8/11) na revista Nature Chemical Biology, Pieter Dorrestein e colegas relatam a abordagem que desenvolveram para descrever, em laboratório, as trocas metabólicas que configuram os relacionamentos entre bactérias.

O grupo usou uma tecnologia chamada de Maldi-Tof (sigla em inglês para Matrix Assisted Laser Desorption Ionization-Time of Flight), que usa espectrometria de massa para estudar colônias de bactérias cultivadas em laboratório.

Interações microbiais, tais como a sinalização, são geralmente consideradas por cientistas em termos da atividade química individual e predominante. Contudo, qualquer espécie bacteriana é capaz de produzir muitos compostos bioativos que podem alterar organismos vizinhos.

A abordagem desenvolvida pelo grupo permitiu observar que as “conversas químicas” entre bactérias envolvem muitos sinais que funcionam simultaneamente.

“Os cientistas tendem a estudar nessa troca metabólica entre bactérias uma molécula de cada vez. Mas, na realidade, tais trocas feitas por microrganismos são muito mais complexas, envolvendo dez, 20 ou até 50 moléculas de uma só vez. Agora, podemos capturar essa complexidade”, disse Dorrestein.

Os pesquisadores estão mapeando centenas de interações bacterianas com a nova tecnologia e esperam produzir um “dicionário bacteriano”, que possa ajudar a traduzir os sinais dos microrganismos.

“A capacidade de traduzir a produção metabólica de microrganimos é cada vez mais importante, tendo em vista sua elevada proliferação. Queremos entender como as bactérias interagem com as células e essa nova ferramenta poderá ajudar nesse objetivo”, disse Dorrestein.

O artigo Translating metabolic exchange with imaging mass spectrometry, de Pieter Dorrestein e outros, pode ser lido por assinantes da Nature Chemical Biology em www.nature.com/nchembio

9/11/2009

Fonte: FAPESP

sábado, 12 de dezembro de 2009

Novo logótipo da agricultura biológica da UE vai a votos

por Filipa Alves (10-12-09)

São três os logótipos finalistas seleccionados por um júri internacional num total de 3422 propostas a concurso, e que serão alvo de votação por parte do público, numa iniciativa levada a cabo para realçar a importância do sector da agricultura biológica e garantir que o novo símbolo é do agrado geral.

Entre Abril e Junho deste ano, esteve aberto um concurso para o novo símbolo da agricultura biológica na EU, que se pretende que a represente a nível doméstico e internacional sem recurso a palavras ou letras.

Das 3422 propostas de estudantes da área de design foram seleccionadas três numa primeira fase de selecção levada a cabo por um júri. As finalistas serão agora alvo de uma votação electrónica no sítio Web http://ec.europa.eu/agriculture/organic/logo/index_en.htm, que decorrerá até 31 de Janeiro.

O objectivo desta iniciativa da Direcção-Geral da agricultura e Desenvolvimento Rural da Comissão Europeia é segundo Comissária Mariann Fischer Boel “assegurar que o novo logótipo agrade ao maior número de pessoas possível “ e “realçar a importância do sector da Agricultura biológica”.

Ao contrário do símbolo actual o novo logótipo, que pretende reforçar a protecção dos consumidores, será de aposição obrigatória em todos os produtos biológicos pré-embalados produzidos nos 27 Estados-membros que cumpram as normas de rotulagem.

Fonte: Comissão Europeia – CI Naturlink

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Libertando-se de hábitos alimentares repetitivos

Encontrei este post (FANTASTICO) no blog Fora do Manual da Vera Falcão (Porto Alegre, RS, Brazil)

Seleção de trechos do livro A Cozinha que Cura - Kristina Turner - Ed. Ground.
Postei essa seleção também no Cozinha Natureba, pois achei-a interessante para os leitores de ambos os blogs.

Você cresceu acostumado a comer refeições repetitivas? A maioria de nós pode dizer que sim.

Mesmo que você tenha sucesso adotando uma alimentação integral, provavelmente sua tendência será de voltar automaticamente para o hábito de refeições repetitivas.

Existe sempre o risco de tornar um tipo de alimento em hábito, arriscando perder a sincronia com o sentido natural do mundo, o qual está em constante mudança ao seu redor.

Nosso corpo vibra com o ritmo da natureza e deseja variedade de produtos integrais. Se você está sempre correndo atrás de produtos refinados, processados (mesmo os considerados saudáveis, com biscoitos integrais), você está parando o seu processo. O sistema imunológico começa a falhar.

E você talvez caia doente.

O trabalho do sistema imunológico é botar para fora tudo o que não pertence ao organismo.
Isso é um trabalho duro nessa nossa sociedade cada vez mais poluída e orientada para o consumismo.
Não é surpresa que doenças do sistema imunológico, como AIDS e alergias, estejam proliferando tanto, ultimamente.

Alternar uma grande variedade de alimentos - especialmente aqueles que ajudam a limpar e fortalecer os órgãos em diferentes estações - é uma maneira garantida de aliviar a carga do sistema imunológico e construir uma barreira de resistência contra doenças.

Renovando os órgãos com alimentos da estação

Há muito tempo, os antigos chineses descobriram que nossos órgãos internos respondem de maneira específica às mudanças de clima e usam a alimentação que acompanha a troca de estações.

Por exemplo, os rins - os quais geralmente são sobrecarregados durante o frio do inverno - podem ser fortalecidos com a ingestão de feijão azuki. (Nota: é bem miudinho e de cor vermelha; come-se pouca quantidade).

Em cada estação, tipos específicos de alimentação estimulam o Ki - ou força vital - a fluir através dos órgãos em pares. A cada ano o ciclo se repete. Esse é o plano da Mãe Natureza para construir uma vida longa de resistência a doenças.

Órgãos que devem ser nutridos a cada estação (em pares)

PRIMAVERA Fígado/Vesícula biliar
VERÃO Coração/Intestino delgado
FINAL DO VERÃO Baço-pâncreas/Estômago
OUTONO Pulmões/Intestino grosso
INVERNO Rins/Bexiga

Alimentos com poder curativo em cada estação

PRIMAVERA: cevadinha, verduras, ameixa umeboshi.

VERÃO: milho, verduras amargas, saladas.

FINAL DO VERÃO: painço, abóboras de sabo adocicado, vegetais redondos.

INVERNO: feijão azuki, missô, raízes substanciosas.

OUTONO: arroz integral, verduras substanciosas, raízes.

Painço é suavizante para o baço/pâncreas e o estômago.
Arroz reconforta pulmões e instestino grosso.
Azuki e sopa de missô encorajam os rins e bexiga.
Cevadinha e cogumelos limpam o fígado e vesícula biliar.
Milho e saladas verdes relaxam o coração e o instestino delgado.

Durante cada estação, você pode dar uma força para os seus órgãos, consumindo alimentos mais curativos. Mesmo fora da estação esses alimentos têm poder curativo sobre órgãos sobrecarregados

Um exemplo de como o seu humor, os seus órgãos e as estações do ano estão interligados.

Na primavera, exercícios fora de casa e na natureza mandam sangue rico e oxigenado para o fígado, estimulando-o a eliminar as gorduras do inverno.
O resultado... você se sente muito bem!
Mas se você fica preso dentro de casa - num escritório sem ar, com temperatura controlada - provavelmente vai se sentir inquieto, impaciente ou mesmo, com o pavio curto.

Em qualquer estação, sentimentos de irritabilidade podem ser superados comendo mais verduras da primavera (acelga, mostarda, agrião etc) e diminuindo os alimentos aquecedores do inverno (cereais cozidos na pressão, óleos e nozes, sal, produtos animais, alimentos assados). Em vez disso, cuide bem de você com uma sopa deliciosa de cevadinha com cogumelo. Quando o final de semana finalmente chegar, você vai se sentir leve o bastante para curti-lo.

Depois de muitas estações comendo alimentos integrais e locais, adequados às suas necessidades, seu corpo inteiro começará a se sentir melhor e mais conectado com o ritmo da natureza. Você vai tremer menos de frio no inverno, suar menos no verão, se acalmar com mais facilidade no outono e arrebentar o casulo mais depressa na primavera.

No entanto, se você apresenta sintomas mais sérios, a alimentação sozinha talvez não seja o bastante para restaurar sua saúde. Muitas outras disciplinas podem complementar sua maneira de se alimentar: acupuntura, fitoterapia, yoga, consultas com psicólogos, meditação, massagens, medicina holística.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O porquê do sucesso da Ração Humana


A denominada ração humana, um composto à base de cereais integrais e energéticos como a aveia, linhaça, gérmen de trigo, açúcar mascavado, sésamo, fibra de trigo, gelatina, cacau, levedo de cerveja e guaraná em pó, entre outros, é a nova moda para emagrecer no Brasil.

Os nutricinistas, porém, alertam que a ração humana, apesar de fazer muito bem à saúde não deve substituir refeições. Aliás, nenhum método de emagrecimento poderá ser considerado bom se passar por uma eliminação de qualquer refeição.

Confira aqui a melhor receita caseira. Afinal, foi a que o Leite da Terra postou em Março de 2009!

Os integrais têm a grande vantagem de manter íntegras as suas vitaminas e os seus minerais, além de ser rico em fibras. Entretanto, desiludam-se pois não há uma ração milagrosa para perder peso. O único caminho a seguir é a reeducação alimentar.

Cada colher de sopa da ração humana contém 40 quilocalorias. O recomendado pelos muitos sites e blogs são duas colheres de sopa de ração por dia, o equivalente a 80 Kcal. Não devemos ultrapassar as duas colheres, pois todos os ingredientes contêm alto teor de lípidos, são todos insaturados e por isso fazem bem à saúde, mas..... engordam.

Podemos consumir a ração humana com o sumo da Luz do sol, com batidos de fruta, com leite de soja, leite de amêndoa, leite de arroz, etc. Para quem é diabético, o açúcar mascavado deve ser retirado, assim como quem tem problemas de hipertensão deve eliminar também o guaraná em pó.

O consumo de ração humana vai fazer, em primeira instância, com que uma pessoa perca bastante peso em duas dezenas de dias, mas, apenas o exercício físico e a reeducação alimentar irão realmente transformar alguém "gordinho" em elegante.

Não resta nenhuma dúvida que a ração tem qualidade inquestionáveis e vai ser um grande aliado nas dietas de emagrecimento. Encontramos na ração humana, grandes quantidades de fibras solúvel, o que provoca uma sensação de saciedade, ajuda o intestino a trabalhar melhor, baixa o colesterol, fortalece o sistema imunitário, ajuda na convalescenças, ajuda a diminuir os efeitos colaterais da quimioterapia. Enfim, equilibra o organismo.

Vejamos: se a ração humana for ingerida com alimentos ricos em vitamina C, como o kiwi, a laranja, o limão, o sumo de clorofila, a bagas de goji, os efeitos da linhaça e do colagénio serão potencializados, além de saciar e energizar.

No meu ponto de vista, o ideal é consumir a ração humana pela manhã ao pequeno almoço com um copo de sumo da luz do sol e um prato com banana amassada com duas colheres de ração. Se acompanhada, por exemplo, com uma deslocação a pé para o trabalho, ou, simplesmente, fazer uma boa caminhada será ideal.

Coloquem aqui todas as vossas dúvidas, dicas e opiniões.

Se fizer em casa, use só produtos de boa qualidade, biológicos e novos.
Pense você está investindo em sua saúde.
Cada dose custa aproximadamente 0,6€.

Encomendas para Portugal: (Leitedaterra@gmail.com)
1 Kilo = 28 euros + portes.
1/2 Kilo = 15 euros + portes.
1/4 Kilo = 8 euros + portes .
A ração humana é entregue como os ingredientes embalados individualmente.
104500


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

The raw recruits

Tuesday, November 3, 2009

Proponents of a diet of raw and uncooked plant-based foods say it can help the body heal itself of the most feared illnesses – including cancer, writes Clodagh Mulvey

WE HAVE BEEN bombarded for years by the marketing campaigns of the fad diet industry. Drink a slimming milkshake here and you’ll lose weight. Eat only protein there and you’ll lose weight. Eat pineapple morning, noon and night, and hey presto, you’ll lose weight.

Few, if any of these diets, have focused on the nutritional value of the food regime being employed by an army of people desperately trying to drop a few pounds before the summer bikini holiday or after the Christmas binge.

Even fewer have dared suggest that ill health and disease can be overcome by eating in a particular way. Yet this is precisely what Brian Clement, author of Living Foods for Optimal Health , is doing.

He claims that by eating a “living food” diet, consisting of raw and uncooked plant-based foods, the body can and will heal itself of the most feared illnesses – including cancer. Furthermore, he says, this way of eating is not a fad diet but rather a lifestyle choice.

Clement, director of the Hippocrates Health Institute in Florida for the past 30 years, insists: “We don’t cure cancer, but we help hundreds of thousands of people reverse their cancer and other diseases.”

The institute’s ethos, Clement says, is holistic, also including exercise programmes, positive-thinking education and non-invasive therapies such as reflexology to help individuals attain their optimum health.

“Your emotional state is important, your spiritual state is important, exercise and movement are important. But the fuel behind all of that is raw, living food,” he explains.

The living food diet comprises uncooked, fresh fruit, vegetables, nuts, sprouted grains, seeds, legumes and juices such as wheatgrass. The theory is that once any food is cooked above 47 degrees all enzymes in it are killed, and the food, in effect, becomes nutritionally “dead”.

Animal products are also considered to be “dead” foods, energetically, and are said to be difficult to digest, producing high levels of toxins in the body as they are processed through to elimination.

Cooking also affects the subtle energy of the food, Clement says. “When you eat food that contains its electrical frequency, which moves throughout cells and into the neurons in the brain, it profoundly moves negativity out of the system.”

This, he suggests, can raise one’s level of awareness and assist with spiritual connection.

Natasha Czopor agrees. The colourful owner of Natasha’s Living Foods raw food company says eating a raw diet “helps us connect with our bodies in a very deep way” and enhances our “total vitality”.

Having turned to raw food when she was just 19 years old to help her gain control over her weight, Czopor says eating “living foods” – which should be “fresh, fresh, fresh” – is natural and encompasses “the whole cycle of nature”.

She explains: “All a seed wants to do is to sprout and grow into a plant. That’s what makes it happy. So eating sprouts when the plant’s vital force and energy is high, is really good for you – you’re getting optimum nutrition at that point.”

Far from being a fad diet, Czopor says raw, living food has “been around for millions of years”, but the awareness of the modern Living Food movement is around “the bigger picture” – holism and ethical production of food.

“A living food diet requires a switch of attention,” she says. “It is an attitudinal thing, where the focus is on the vitality of your food and the chemical construct of vegetables taken straight from the earth and put into your body.”

Bernadette Bohan began putting “living food” juices into her body when she discovered she had cancer for the second time. “I began to read and do a bit of research, and I discovered that nutrition had a big part to play in combating the effects of the disease,” she says.

The author of The Choice says she juiced during her chemotherapy treatment and found that after four months her arthritis disappeared, along with her need to wear glasses, as her eyesight had improved so much. Ultimately, she says, her cancer also went away.

Recovered from the disease for nine years and busy teaching seminars and running her “wellness programme” in Cork, Bohan says: “The fact that I’ve stayed so well for the last nine years is down to the food I’m eating.”

However, concerns are raised over the diet’s lack of Vitamin B12 – a water-soluble vitamin found in animal products, but not in plants – which is needed by the body for red-blood-cell formation, neurological function and DNA synthesis.

Bohan says she takes a B12 supplement and argues that meat eaters should also do so, to ensure adequate vitamin levels.

“Vitamin B12 is probiotic. It’s a bacteria that comes from the soil,” she explains. But with modern farming practices and the use of pesticides on the land, the bacteria are killed, thus livestock may not be ingesting it either, she argues.

Registered nurse and living food nutritionist Ciara Murphy says a living food diet is effective in giving the body’s cells the chance to rejuvenate.

Having worked in St Vincent’s oncology department and more recently as a colonic hydrotherapist, she believes a meat and dairy diet is extremely difficult for the body to process and puts a great deal of pressure on the system.

“Natural, raw, enzyme-rich foods are far superior,” says Murphy, but warns that a raw food diet is a “totally different way of eating” and recommends people do their research first.

A living food lifestyle takes “an emotional commitment”, Clement admits. But, he insists, for those with illness, “It’s the only way someone permanently gets well – by doing it themselves”.


For more information, log on to:

http://www.hippocratesinst.org/
http://www.changesimply.com/
http://www.natashaslivingfood.ie/
http://www.irishherbalist.ie/
http://www.greenmedicine.ie/

This article appears in the print edition of the Irish Times

IrishTimes.com

sexta-feira, 30 de outubro de 2009


Esta semana na Revista VISÃO, edição nº 869, 29 de Outubro
Saúde - Os venenos da carne Barata - 75% das doenças surgidas na última década estão comprovadamente relacionadas com os animais que comemos.

sábado, 24 de outubro de 2009

Gripe A (H1N1): Alimentação saudável é a melhor forma para reforçar sistema imunitário à mesa

Lisboa, 24 Out (Lusa) - Uma alimentação saudável de acordo com a roda dos alimentos é a melhor forma de a população se prevenir à mesa contra a gripe, de acordo com nutricionistas, que só aconselham suplementos a quem apresente desequilíbrios nutricionais.

"O que a população tem de fazer [para se prevenir em relação à gripe] é uma coisa tão simples como esta: fazer uma alimentação saudável", disse à Lusa a professora Flora Correia da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto.

Esta professora, que é também membro da Sociedade Portuguesa de Ciências da Nutrição e Alimentação, realça a importância de se cumprirem diariamente os sectores e as quantidades indicadas na roda dos alimentos, sem esquecer a água, "fundamental" na prevenção e tratamento de doenças como a gripe.

Fonte: noticias sapo

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