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domingo, 28 de fevereiro de 2016

O Documentário: ''A COMIDA É IMPORTANTE'' - Legendado

Assista o documentário completo aqui, no Leite da Terra Esta dividido em 5 partes.

  

 



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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

VENENOS NA NOSSA ALIMENTAÇÃO

Pela importância que tem transcrevo parte de um longo artigo sobre os malefícios do denominado Óleo de Canola aconselhado até por alguns dietistas.

ÓLEO DE CANOLA É UMA FRAUDE!

Publicado por Andréa Protzek em 13 dezembro 2013 às 17:31 em SAÚDE E BEM ESTAR.

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Esse assunto é gravíssimo! Fora as diversas organizações populares do campo como o MST, FARC, entre outras, essa segunda revolução, a da biotecnologia é a mais grave! O veneno está na mesa, literalmente! Epidemias de câncer e doenças variadas!!! Vamos acordar!!!!

O Mundo Segundo A Monsanto (Dobrado em Português do Brasil)





Publicado em 30/06/2012

Este vídeo tem intuito informativo e educacional e não infringe direitos autorais.

O Mundo segundo a Monsanto

Marie-Monique Robin

Excelente documentário produzido pela autora do livro "O mundo segundo a Monsanto". Mostra como essa multinacional está patenteando sementes transgênicas e introduzindo-as em países emergentes como o Brasil. Presente em 46 países, a Monsanto se tornou líder mundial em sementes e plantações transgénicas e também uma das empresas mais controvertidas na história industrial. Desde sua fundação em 1901, a empresa foi processada judicialmente inúmeras vezes devido à toxidade de seus produtos. Hoje se reinventou como a empresa das "ciências da vida" que se converteu às virtudes do desenvolvimento sustentável.

Usando de documentos até agora não publicados e os testemunhos de vítimas, cientistas e políticos, "O Mundo Segundo a Monsanto" reconstitui a gênese de um império industrial construído sobre mentiras, cumplicidade do governo americano, pressões e tentativa de corrupção. A empresa se tornou principal fabricante de sementes do mundo, espalhando seus cultivos transgênicos para todo o planeta -- em meio à falta de controlo em relação a seus efeitos para com o meio ambiente e a saúde humana.

Uma empresa que quer o seu bem seguindo as regras do codex alimentarius até quando vamos engolir isso.


A Monsanto chegou oficialmente ao Brasil em 1963 e sua sede no país localiza-se em São Paulo, mesmo estado onde foi instalada a primeira fábrica, na cidade de São José dos Campos (SP), em 1976. No Brasil, dedica-se a produzir herbicidas e sementes de milho, soja, algodão e hortaliças, e variedades de cana-de-açúcar, produtos que ajudam os agricultores a produzir mais, com menos recursos naturais.

ÓLEO DE CANOLA É UMA FRAUDE - 



Como tenho sempre falado sobre a alimentação-lixo que temos consumido, não posso deixar de reiterar sobre um alimento que é vendido como opção saudável de óleo, e mais uma vez somos feitos de idiotas e cobaias, e caímos nas armadilhas da indústria alimentícia. Esse engodo é o óleo de Canola.

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A canola, podemos ter certeza, é uma fração pequena do mundo obscuro do capitalismo científico, que pesquisa fontes de enriquecimento muito mais entusiasticamente do que as verdadeiras fontes de saúde, vida e paz!

Então, não se deixe enganar pela pesada propaganda que acompanha o óleo de canola , nem seu rótulo que apregoa benefícios para o coração com selos de órgãos “competentes”, que nem sabem do que se trata; ou será que sabem?

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O que já foi comprovado e podemos afirmar in loco é o dano ao meio ambiente. Pequenos insetos, muito importantes para o ecossistema, inclusive abelhas, desaparecem durante e após as lavouras de sementes geneticamente modificadas. E o que dizer da perda da biodiversidade de grãos, sementes e frutos, ao se priorizar a monocultura do arroz, da soja, do milho transgénico, etc.

E a questão sócio-económica? As grandes empresas de biotecnologia como a Monsanto, Basf, etc., cobram royalties que muitos países pobres não podem pagar, e acabam se endividando e se tornando co-dependentes destas multinacionais. Os pequenos agricultores ficam à mercê do preço estipulado dos grãos e sementes de poucas empresas de transgénicos, e não tem outra opção de compra. É o oligopólio em franca expansão! E ainda, a competição desleal com pequenos grupos de agricultores familiares, que são facilmente “engolidos” pelos preços competitivos das multinacionais de transgénicos. Estas famílias de pequenos agricultores são de suma importância para evitar o inchaço das cidades, pois fixam o homem no campo, e ajudam na conservação ambiental, já que seu “ganha pão” depende de sua terra, e farão o possível para o cultivo sustentável e preservação.

Repassem para seus amigos, e continuem com seus bons e velhos óleos de milho (sem transgenia), girassol, gergelim, soja (também sem transgenia, obviamente), etc.; ou ainda melhor, com o azeite extra virgem de oliva com até 0,5% de acidez (sem levá-lo a altas temperaturas, é claro!).

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Por que deixar grãos e sementes de molho antes de consumi-los? de Pat Feldman

molho 
Muitos dos meus leitores aqui no site Crianças na Cozinha já devem ter notado que em todas as receitas onde aparecem grãos ou sementes, aparece junto a recomendação para SEMPRE deixá-los de molho por um certo período antes de cozinhar e consumir. Algumas vezes já comentei rapidamente as razões para este cuidado, mas faz tempo que devo uma explicação mais detalhada para o assunto. Resolvi tirar o feriado para preparar o texto.

Afinal, qual é a vantagem de se deixar grãos e sementes de molho previamente? Deixar os grão de molho não diminui seu valor nutritivo? Deixar grãos e sementes de molho não altera o seu sabor?
São estas e muitas outras dúvidas que surgem, e que eu espero sinceramente conseguir responder no texto a seguir.

A bem intensionada recomendação atual para se consumir grãos integrais como faziam nossos ancestrais e farinhas de grão integrais é, em parte, enganosa, e pode trazer sérias consequências para a nossa saúde. Sim, nossos ancestrais consumiam grãos integrais, mas nem de longe, da forma como consumimos atualmente. Nossos ancestrais, sabiamente, deixavam de molho ou fermentavam seus grãos antes de consumi-los ou prepará-los na forma de mingaus, pães, bolos, etc.

Um rápido passeio pela culinária tradicional do mundo nos prova esta verdade: ma Índia, o arroz e a lentilha são fermentados por pelo menos 2 dias antes de serem preparados como idli e dosas; na África os nativos deixam a farinha de milho grossa deixada de molho durante a noite para depois adicioná-la em sopas e caldos, e eles fermentam milho ou amaranto por vários dias para então produzir um mingau azedo, conhecido por ogi; em outras culturas o mesmo prato era preparado com aveias deixadas de molho; em alguns países orientais e latino-americanos o arroz passa por uma longa fermentação antes do seu preparo; a Etiópia tem seu tradicional pão injera, preparado com o grão “teff”, que é fermentado por muitos dias; bolos de milho mexicanos, conhecidos como pozol, são fermentados em folhas de bananeira; antes da introdução dos fermentos comerciais, os europeus assavam pães pesados, massudos, feitos a partir de fermentação natural; os pioneiros norte-americanos eram famosos por seus pães de massa azeda, panquecas e biscoitos. Talvez alguns senhores e senhoras de mais idade ainda se lembrem da recomendação  de deixar de molho, que vinha escrita nos pacotes de aveia para mingau de antigamente…

Eu não sei bem de onde vinha esse conhecimento ancestral de deixar grãos de molho ou fermentando antes de consumi-los, mas é importante citar que estas práticas se adequam muito bem ao que a ciência moderna sabe sobre os grãos.

Todos os grãos contém ácido fítico (um ácido orgânico no qual o fósforo é ligado) em sua camada mais externa. O ácido fítico pode-se ligar ao cálcio, magnésio, cobre, ferro e especialmente ao zinco no trato intestinal e bloquear a sua absorção. É por isso que uma dieta rica em grãos integrais não fermentados pode levar a sérias deficiências de minerais e perdas ósseas. A moderna, mas incorreta recomendação para o consumo de grandes quantidades de grãos integrais normalmente melhora o trânsito intestinal num primeiro momento, mas pode levar a problemas como a síndrome do intestino irritado, entre outros desagradáveis efeitos colaterais a médio e longo prazo.

Deixar de molho permite que enzimas, lactobacillus e outras substâncias quebrem e neutralizem o ácido fítico. Um mínimo de 7 horas de molho em água morna e meio ácido (conseguido com soro de iogurte ou gotinhas de limão) é capaz de neutralizar uma grande parcela do ácido fítico contido nos grãos. A simples prática de deixar grãos de molho por um período antes de consumi-los irá aumentar enormemente seus benefícios nutricionais.

CLIQUE AQUI e leia mais detalhes sobre como deixar nozes, castanhas amêndoas de molho.

Deixar de molho em água morna também irá neutralizar inibidores enzimáticos, presentes em todas as sementes, e predispões a produção de numerosas enzimas benéficas. A ação dessas enzimas também aumenta as quantidades de vitaminas disponíveis, especialmente as vitaminas do complexo B.

CLIQUE AQUI e veja imagens do feijão após cerca de 20 horas de molho. É impressionante!

Os pesquisadores também aprenderam que certas proteínas dos grãos, especialmente o glúten, são bastante difíceis de digerir. Uma dieta rica em grãos integrais não fermentados, em particular os grãos com alto teor de glúten como o trigo, sobrecarrega enormemente todo o mecanismo digestivo. Quando este mecanismo digestivo “gasta” por causa da idade avançada ou por excesso de uso, os resultados são observados na forma de alergias, doença celíaca, doenças mentais, indigestão crônica e crescimento descontrolado de candidas. Pesquisas recentes ligam a intolerância ao glúten com esclerose múltipla. Durante o processo de molho ou fermentação, o glúten e outras proteínas de difícil digestão são parcialmente quebradas em componentes mais simples que são mais facilmente digeridos pelo nosso organismo.

Animais que se alimentam basicamente de grãos e outras plantas, são animais que possuem pelo menos 4 estômagos! Seus intestinos são mais longos, assim como o processo digestivo como um todo. O ser humano, por outro lado, tem apenas um estômago e um trato digestivo bem menor que o de animais herbívoros. O trato digestivo menor, também permite que produtos animais sejam digeridos rápido o suficiente para não apodrecerem no intestino, mas dificulta a digestão de grãos – a menos é claro, que se peça ajuda às “bactérias boazinhas”. Elas agem no processo de molho ou fermentação a que todos os grão deveriam ser submetidos antes do consumo.

Os grãos são normalmente divididos eu duas categorias. Aqueles que contém glúten, como aveia, cevada e especialmente o trigo não devem ser consumidos a não ser que sejam previamente fermentados ou deixados de molho. Trigo sarraceno, arroz e amaranto, por sua vez, não contém glúten e são mais fáceis de digerir. O arroz integral e o amaranto contém menores doses de fitatos em comparação com outros grãos, então se for para consumir algum grão sem deixar de previamente de molho, que este grão seja o arroz integral ou o amaranto. Mas mesmo assim é necessário cozinhá-los lentamente, em fogo baixo, e sempre utilizando um caldo caseiro à base de carnes e ossos (o mocotó, tutano dos ossos, facilita a digestão desses grãos).  Este cozimento lento na presença do mocotó neutraliza alguns dos poucos fitatos e proporciona uma boa dose de minerais ao prato. (CENSURA VEGAN)*.
A panela de pressão jamais deveria ser utilizada. O cozimento em panela de pressão é excessivamente rápido, prejudicando a digestão.

A quinoa, original da América do Sul é tida desde estudos antigos, como um bom estimulante da produção de leite materno. Tecnicamente a quinoa não é um grão, mas sim um fruto da famíia Chenopodium, e contém excelentes propriedades nutricionais. Qualquer produto à base de quinoa deve ser sempre deixado de molho previamente. Os antinutrientes presentes na quinoa são neutralizados desta forma.

Uma palavra sobre o milho…

Receitas tradicionais sugerem deixar o milho ou a farinha de milho de molho em uma solução saturada de hidróxido de cálcio (Ca(OH)2). Isso libera nicotinamida (vitamina B3), que de outra forma fica retina no grão. Deixar o milho de molho também melhora a qualidade geral do milho. Se você consmoe produtos à base de milho usualmente, o cuidado de deixar de molho na solução de hidróxido de cálcio ajuda muito a evitar a deficiência de vitamina B3 no organismo, que tem sintomas desagradáveis como pele rachada, fadiga e desordens mentais.
CLIQUE AQUI e AQUI e leia mais sobre como tratar o milho e seus derivados antes de consumi-los.
Em breve falo mais sobre a solução de hidróxido de cálcio. Por enquanto, para quem lê inglês, recomendo a leitura dos excelentes artigos da Kimi Harris, do site Nourishing Gourmet, do qual sou fã:
(CENSURA VEGAN)*. o leite da terra é um site vegan, não altera o texto original, mas deixa claro o seu desacordo.
Nota negativa: os comentários ao artigo original,  são preconceituosos, fomentam a  intolerancia e consequentemente a violência.

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