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domingo, 18 de agosto de 2013

Tabule de Quinoa

Cada 100 gramas de quinoa contêm:
15 gramas de proteínas ||
68 g de carboidratos ||
9,5 mg de ferro ||
286 mg de fósforo ||
112 mg de cálcio ||
5 g de fibras ||
335 kcal ||
A composição pode variar um pouco, em razão da diversidade de sementes. Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, a quinoa é um dos alimentos mais completos que existem. A quinoa NÃO CONTÉM GLÚTEN

Ingredientes

  • 100 gramas de quinoa em grãos
  • 400 ml de água filtrada
  • 1/2 colher de chá de sal
  • 5 tomates italianos em cubos
  • 1 cebola grande em cubos
  • 1 pepino japonês em cubos
  • 50 gramas de azeitonas pretas picadas
  • 1/2 maço de hortelã picada
  • 50 ml de azeite
  • 1 dente pequeno de alho amassado
  • Suco de 1 limão
  • Sal e orégano a gosto



    Instruções de preparo

    1. Cozinhe a quinoa na água em fogo brando, retire da panela, deixe esfriar e reserve.
    2. Em um bowl misture todos os outros ingredientes, acerte o sal, refrigere e sirva.
    Dicas
    • Substitua os ingredientes de acordo com o seu gosto, inclua milho verde, cenoura ou ervilha fresca.
    • Sendo uma salada completa, sirva acompanhado de castanhas ou hambúrguer vegetal.



domingo, 21 de abril de 2013

Saiba qual é a melhor maneira de consumir os superalimentos

Tão saborosos, tão saudáveis. Mas como tirar destes alimentos o que de melhor eles têm a oferecer?

Tão saborosos, tão saudáveis. Mas como tirar destes alimentos o que de melhor eles têm a oferecer?
A professora Ritva Repo de Carrasco, da Universidade Peruana de La Molina sugere começar misturando a quinoa no arroz para se acostumar com o novo alimento. E também não gastar muito.
Os alunos dela desenvolveram também um pão de quinoa. Sem glúten. Outra sugestão é a pipoca de quinoa, na panela sem óleo, bem fácil de fazer.
“Eu penso que esta pipoca de quinoa, é o mais fácil. É muito gostoso, para comer no café da manhã, com iogurte”, garante a nutricionista Ritva.
O consumidor deve se preocupar em saber a origem do chocolate cru e ficar atento ao prazo de validade.
“A gente está falando de um alimento que dura pouco. O prazo de validade é curto porque é um alimento cru”, explica Iberê Mesquita Filho, agricultor.
E não exagerar na dose. “Comparando um 100% cacau com um ao leite, o teor de gordura dele é bem maior. Ele é um produto mais calórico, sim, do que um chocolate ao leite comum”, ressalta Priscilla Efraim, engenheira de alimentos da Unicamp.
No Brasil, a maca é encontrada na forma de farinha. O professor Gustavo recomenda diluir duas colheres de sopa em água fervente.
Assim, as propriedades da maca vão ser mais aproveitadas. O suco de maca pode ser misturado também com outros sucos cítricos.
Mas para aproveitar o melhor do açaí, é preciso abandonar antigas tradições.
“O açaí puro, mais puro possível. Sem açúcar, sem farinha d'água, sem farinha de tapioca, também não precisa misturar com granola, nem com outra fruta, porque o açaí já é uma fruta que tem muitas propriedades”, afirma Claudine Alves Feio, cardiologista da UFPA.
E quando for comer castanhas do Brasil, um cuidado. Selênio em excesso é tóxico. A dose recomendada é uma castanha por dia. Em muitos estados do Brasil, o solo é rico em selênio e, por isso, ele já está presente em muitos outros alimentos, como o feijão.
A castanha é mais recomendada nos estados com dieta pobre em selênio, como São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul. Bom proveito!
G1

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Conheça alimentos que combatem o estresse e que podem até reduzir o colesterol

A quinoa tem as qualidades do leite materno e reduz o colesterol. E a castanha, basta uma por dia para controlar o estresse.

Do alto das montanhas. Das profundezas da Floresta Amazônica. Do coração da Mata Atlântica. Nunca as riquezas que vêm da terra foram tão valorizadas. São os superalimentos que dão força, vitalidade e combatem o envelhecimento.
Cientistas do mundo todo se voltam para a América Latina. É do Brasil e de alguns dos seus vizinhos que saem os alimentos mais completos para o ser humano. Alimentos que brotam no chão há milênios e que precisavam apenas ser redescobertos, como a quinoa.
Dona Rosa Oliveira descobriu a quinoa no ano passado. Desde então esse alimento nunca mais saiu da dieta. “Com 63 anos, você não ter nenhum pouco de colesterol, é ótimo não é? Então, eu acho que a quinoa lava as artérias”, diz a dona de casa.
Na casa de Dona Rosa, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, todos os dias é o mesmo ritual. Ela inclui flocos de quinoa nas vitaminas que faz para o café da manhã.
“Ah, eu nem sinto o sabor. Não sinto nenhuma diferença. Parece uma aveia normal”, comenta.
Mas para que a quinoa chegasse até a mesa de Dona Rosa não foi fácil. Há 30 anos, os grãos andinos eram praticamente desprezados.  Muitos quase desapareceram.
A redescoberta destes alimentos começou com Luis Sumar Kalinowski, um morador do Vale Sagrado dos Incas. O professor Luis hoje tem 75 anos e continua entusiasmado. Ele pergunta: “O que queremos para as nossas crianças? Que representem um futuro para as nações. Então, temos que lhes dar bom alimento”.
Disposto a estudar os cultivos andinos, o professor conseguiu convencer a Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos a financiar um grande projeto.
Durante seis anos, ele saiu pelas montanhas em busca das plantas esquecidas.  “Um abandono total”, diz. O amaranto, um primo da quinoa, foi salvo por pouco. Foi salvo por ser bonito. Depois de procurar muito, encontrou.
“Em um jardim. Então, eu procurei jardins e mais jardins. Fui ao litoral, procurei em Cusco. Procurei muito e assim consegui resgatar”, conta o professor.
O amaranto, um superalimento ainda pouco conhecido, tinha virado uma planta ornamental.
Lado a lado, o amaranto e a quinoa. Esta era uma paisagem muito comum 500 anos atrás. Quando os conquistadores espanhóis chegaram, eles não só desprezaram estas plantas. Segundo os estudiosos, eles intencionalmente destruíram estes superalimentos, que davam a força aos guerreiros incas.
“Eles queriam dominar as populações conquistadas e uma maneira de dominá-las é proibindo que comam alimentos de qualidade. Pois quem come alimento de qualidade tem cabeça boa e se põe a pensar”, explica o professor.
O resultado do trabalho do professor foi um livro que jogou luz sobre as riquezas esquecidas. Dezenas de grãos, raízes, legumes e frutas estão listados nele.
Graças à semente que ele lançou lá atrás, este ano de 2013 foi escolhido o ano internacional da quinoa.
O interesse está em toda parte. Como na pesquisa que Dona Rosa, lá de Ribeirão, participou. Durante quatro semanas, mulheres que já passaram pela menopausa comeram 25 gramas de quinoa por dia. E não mudaram mais nada na alimentação.
A ideia era ver se a quinoa iria proteger o coração delas, justamente na idade em que as mulheres têm mais risco de doenças circulatórias. Para Flávia Giolo de Carvalho, a pesquisadora, não foi tão difícil convencê-las.
“O sabor não interfere tanto nos alimentos. Então, vai só agregar valor nutricional, vai melhorar a saúde da senhora, vai melhorar o perfil lipídico. Eu vendi o meu peixe assim, falando destes potenciais benéficos”, lembra a nutricionista.
No fim da pesquisa, feita pela USP e pela Unesp, as mulheres baixaram o colesterol entre 5% e 10% e aumentaram no organismo as substâncias que combatem o envelhecimento.
“Quando você vê quatro semanas, que 25 gramas deram resultados interessantes, acho que se extrapolar isso para mais tempo, acho que tem resultados melhores ainda. Pensando sempre em melhorar a qualidade de vida, através da inclusão de um alimento”, explica Flávia.
Dona Rosa entrou na pesquisa com o colesterol acima do normal. E agora está com os índices em dia e o coração inteiro para correr atrás da maior paixão: o netinho Jean Otávio, de um ano e meio.
“Trabalho muito, faço todo o serviço da casa e cuido do bebê. Estou aqui inteira. Chega a noite eu quero que o marido vá passear comigo ainda”, conta Dona Rosa.
Em Lima, capital do Peru, fomos encontrar a nutricionista Ritva Repo de Carrasco, uma finlandesa que há 25 anos estuda a quinoa.
Ela chama este alimento de "o grão mais completo do mundo". Descobriu semelhanças da quinoa até com o leite materno.
“A quinoa tem uma proteína que pode ser comparada à do leite. Tem alto conteúdo de fibra, que combate o câncer. E tem ainda compostos que chamamos de bioativos, que protegem contra muitas doenças. Por isso eu diria que a quinoa é um superalimento”, garante a nutricionista.
A quinoa tem os dez aminoácidos essenciais para a vida humana, que o nosso corpo não é capaz de produzir. E em especial a lisina, fundamental na fase do crescimento.
No campo, o desafio é tornar a quinoa um alimento cada vez mais comum e mais barato. Para isso, dez grandes pesquisas estão sendo financiadas no Peru como parte do Ano Internacional da Quinoa.
O engenheiro agrônomo Mario Tapia percorre as montanhas do país recolhendo e testando novas variedades da planta. Se no passado os conquistadores renegaram o conhecimento tradicional, hoje os pesquisadores visitam os descendentes dos antigos donos destas terras para aprender com eles.
“Os agricultores não têm grandes extensões de terra, mas uma pequena área para o uso pessoal. Então, eles dão muito valor, porque complementa a batata, o milho, com as proteínas da quinoa. É um conhecimento tradicional de balancear a dieta”, explica o engenheiro.
No Brasil, em vez de subir a montanha, nós vamos entrar na floresta para procurar saúde. Na Amazônia, a natureza prepara e entrega o presente.
O superalimento que nós procuramos nasce no alto, na copa de árvores de até 50 metros. Mas não é preciso ir buscá-lo lá em cima. Com olhar treinado e facão ligeiro, os homens vão enchendo o cesto.
Mas antes de comer, é preciso vencer várias camadas de casca. Finalmente, está ela: a castanha do Brasil.
Quem colhe passa o dia na mata e não precisa levar comida de casa. “Só sei dizer que não dá fome durante a gente estar trabalhando. A gente come uma castanha de vez em quando, não dá fome”, conta Edison Coelho Teles, catador de castanha.
Sabedoria transmitida geração após geração. Onde a única avenida foi construída pela natureza e o sustento vem da castanha, uma sementinha que carrega a força de uma árvore gigante.
Em São Paulo, onde os gigantes são de pedra, a vida é bem diferente. Correria, agitação e um ritmo alucinante. Para vencer o estresse e os perigos que a cidade traz para a nossa saúde, é preciso contar com a ajuda de um pedacinho da floresta.
Luíza vive apressada. Em um dia daqueles, ela mal tem tempo de dar ‘bom dia’. Luíza comanda uma empresa de informática com 270 funcionários. Todos sabem que ela gosta de perfeição.
“Nós somos ligados, estamos em uma panela de pressão sempre”, comenta.
Nos momentos em que a pressão chega ao máximo, Luíza reage com um gesto quase automático. Ela estica o braço e pede ajuda para a castanha.
“Eu já sinto que eu começo a despertar, eu já começo pensar melhor, eu já começo a tomar decisões melhores. Claro que eu não coloco isso em função de uma castanha, mas ela contribui com o todo”, diz.
Há 20 anos ela tem esse costume. Contra o estresse, uma castanha por dia. “Também, como mulher. A pele fica melhor, o cabelo fica melhor. Enfim, isso ajuda como um todo”, afirma.
A ciência estuda esses e muitos outros benefícios da castanha. Ela protege o nosso organismo principalmente porque é rica em selênio.
“Você pode também garantir um melhor funcionamento do seu organismo durante a vida inteira. Isso contribuirá, com certeza, para uma melhor velhice, para o envelhecimento com mais saúde”, explica Silvia Franciscato Cozzolino, nutricionista - USP.
Em São Paulo, na USP, a professora Silvia Cozzolino orienta uma série de pesquisas que comprovam os benefícios do selênio no combate a muitas doenças.
“Ele pode ter uma ação, por exemplo, no câncer. Pode ter uma ação em relação a doenças da glândula tireóide, pode ter ação na obesidade”, aponta a professora.
E a lista não para por aí. Outros estudos recomendam a castanha para combater a artrite, prevenir a diabetes, refrear a doença de Alzheimer.
Com o selênio, nosso cérebro funciona melhor por mais tempo. Seu Fernandes, de 81 anos, e Dona Santa, 84 anos, aceitaram ser voluntários de uma pesquisa da USP.
Durante seis meses, consumiram uma castanha por dia. Já que a dose diária é pequena, aproveita.
São Paulo é pequena para Dona Santa. Diariamente, ela anda pela maior cidade do país, como se estivesse no quintal de casa. “Melhor coisa da vida é você ser independente. Eu acho que isso é uma riqueza, dinheiro para mim não ia valer nada”, afirma Santa de Souza, modelista aposentada.
Dona Santa já faz planos para a festa de aniversário. De 85 anos? Não, de 100. “Vai ser em um clube, lá no Corinthians. Mudei de time. Será que foi a castanha? Não foi antes”, brinca.

Fote:G1

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Globo Repórter desvenda segredos dos superalimentos da América Latina

Eles são os alimentos mais nutritivos do mundo e guardam substâncias que podem ajudar as pessoas a evitar vários problemas de saúde e ter uma melhor qualidade de vida.

No segundo programa especial em comemoração aos seus 40 anos, o ‘Globo Repórter’ releva, nesta sexta-feira, dia 12, o poder dos chamados superalimentos da América Latina.

Eles são os alimentos mais nutritivos do mundo e guardam substâncias que podem ajudar as pessoas a evitar vários problemas de saúde e ter uma melhor qualidade de vida. O telespectador vai conhecer a origem da quinoa, o único grão da natureza que tem as mesmas proteínas do leite materno. Considerado o mais nutritivo dos vegetais, ela ainda reduz os índices do colesterol ruim e dos triglicérides, evitando problemas cardiovasculares.

Em uma viagem pelo interior da floresta Amazônica, o ‘Globo Repórter’ mostra os segredos da castanha do Brasil. Segundo os especialistas, uma por dia é o suficiente para ajudar a combater o estresse e fortalecer a memória. Nos Andes, nas plantações mais elevadas do mundo - a 4.500 metros de altura - é a vez de falar da maca, um superalimento que ajuda no combate do envelhecimento, aumenta a fertilidade e ainda fortifica os ossos e intensifica o desejo sexual de quem o consome.

Considerado pela civilização maia um alimento enviado diretamente pelos deuses, os benefícios do cacau são redescobertos hoje pelos brasileiros: a melhor fruta contra o envelhecimento celular. Mas como seria provar um chocolate cru?
Os repórteres do programa mostram por que ele pode fazer tão bem à saúde.
Ainda nesta edição, o ‘Globo Repórter’ mostra os benefícios do açaí, um poderoso aliado do coração, que, puro, sem farinha ou açúcar, é capaz de diminuir muito os índices ruins do colesterol de quem o consome. Entre as novidades trazidas pelo programa nesta semana, está ainda a misteriosa Yacon, uma batata diferente que tem gosto de fruta.
Ela tem um tipo de açúcar que não engorda e é bom para os diabéticos e para quem quer perder peso.

Fonte: G1

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