domingo, 8 de dezembro de 2013
Revista do Correio da Manhã DOMINGO - 8 de Dezembro de 2013
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Domingo, Jornal Correio da Manhã!
A nossa
entrevista sobre Comida Viva, Raw Food, Frugivorismo vai ser publicada
na Revista Domingo do Correio da Manhã no próximo Domingo, dia 8 de Dezembro.
Sobre a entrevista para o CMTV depois daremos noticias.
Obrigada Vanessa, Nelson e João os doces repórteres do Correio da Manhã.
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Entrevista
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Bolo de nozes!!! Cru... Vivo... sem leite, sem ovos, sem glúten...
Bolo de nozes e abóbora crua recheado com morangos e mousse de alfarroba!!
Farinha de nozes, linhaça e abóbora crua
Banana e abacate para a cobertura
Banana, abacate e farinha de alfarroba para a cobertura
Primeira camada de morangos para o recheio
Segunda camada de mousse para o recheio
Segunda camada de massa para cobrir o recheio
Cobertura com bastante mousse
Decoração com os morangos e com as nozes
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Bolo Nozes Cru! Vegan
Ingredientes para a COBERTURA
- Coco ralado (fresco)
- Farinha de alfarroba
- leite de amêndoa germinada
- 1 abacate maduro
Misture a alfarroba, o abacate com o leite de amêndoa até obter uma pasta
Ingredientes para o RECHEIO
- Ameixas secas demolhadas - 1/2 dose
- linhaça germinada e moída - 1/2 dose
- passas brancas demolhadas - 1/2 dose
- banana madura 1
Bata tudo até obter uma pasta homogénea.
Ingredientes para a MASSA
- Nozes germinadas - 2 dose
- Chia demolhada - 1/2 dose
- Chia demolhada - 1/2 dose
- Amendoins germinado - 1/2 dose
- Passas demolhada - 1/2 dose
- Tâmaras demolhadas - 1 dose
PREPARO DA MASSA
Todos os ingredientes que sejam germinados deixar de molho em água por 8 horas, e escorrendo ao ar por 24 horas.
Os ingredientes demolhados deixei 8 horas.
Os ingredientes demolhados deixei 8 horas.
Para preparar a massa, os germinados e os demolhados devem estar bem escorridos e secos.
Leve os ingredientes ao processador. Processe ate que fiquem misturados...
Montagem: Remova a massa do
processador coloque metade no molde, mas não calque muito ( para ficar fofinho), coloque a pasta de recheio e cubra com a massa restante.
Tire da forma e cubra com a cobertura... só no final salpique toda a cobertura com o coco ralado.
Tire da forma e cubra com a cobertura... só no final salpique toda a cobertura com o coco ralado.
* dose = qualquer utensílio de medida (um copo grande, uma chávena...)
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quinta-feira, 21 de novembro de 2013
CMTV e os nossos 15 minutos de fama!
Ontem filmamos várias horas para a CMTV, alem dde uma reportagem fotografias para a revista do correio da manhã.
Foram horas muito bem passadas uma equipa de tirar o chapéu, pelo profissionalismo, pela gentiliza, pela descontracção.
No final ainda tivemos o nosso jantar intimista... um dia repleto de emoções!!!.
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quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Livros para venda do Dr. Alberto - Portugal... e não só!
Tenho para venda (transferência bancaria = valor + portes dos CTT, para Portugal Contimental)
Os livros
- Lugar de Médico é na Cozinha do Dr. Alberto Peribanez Gonzalez e 40€00 + 6€40
- Brotos - Receitas da Culinária
Viva da germinação à mesa Kathleen O`Bannon 20€00 + 4€50
todos autografados pelo Dr. Alberto!
Os primeiros interessados levam — com Alberto Peribanez Gonzalez.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
PIC NIC SAUDÀVEL e VEGAN - 03.11.2013 -Fundação Gulbenkian - Lisboa
Vamos realizar um “Pic-Nic” saudável e vivo. Para celebrar o dia do Vegan*, escolhemos os jardins da Fundação Gulbenkian e será no Domingo, dia 3 de Novembro, das 11h às 16h.
Será a primeira edição do vegan Pic-Nic e vai realizar-se nos Jardins da Fundação Gulbenkian, em Lisboa, a 03 de Novembro. A entrada é gratuita, o nosso intuito é despertar nos portugueses a prazer da comida saudável, vegan e viva. Cada um deve levar a sua comida e a sua bebida e seria interessante que pudéssemos partilhar!
Contamos com a participação de todos. Se no dia 3 de Novembro, as condições meteorológicas não permitirem a realização de um pic nic convencional o restaurante Bem Me Quer (Av. Almirantes Reis, 152 – Arroios) gentilmente cederá as suas instalações para um “pic nic” não convencional!
*Dia Mundial Vegano
O dia 1 de Novembro é marcado pelo Dia Mundial Vegano ("World Vegan Day", em inglês), que é comemorado desde 1994.
Já termos autorização da Fundação Gulbenkian
Surpresas:
Eclipse parcial do Sol as 11h30
![]() |
| http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=665725#.UnJw9PyMWS0.facebook |
12 h um grande aula de relaxamento com a Fatima Baptista!! -CONFIRMADO!!
FOI TÃOOOOOOOOOO GIRO!!!!














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Pic-Nic
Por que deixar grãos e sementes de molho antes de consumi-los? de Pat Feldman
Muitos
dos meus leitores aqui no site Crianças na Cozinha já devem ter notado
que em todas as receitas onde aparecem grãos ou sementes, aparece junto a
recomendação para SEMPRE deixá-los de molho por um certo período antes
de cozinhar e consumir. Algumas vezes já comentei rapidamente as razões
para este cuidado, mas faz tempo que devo uma explicação mais detalhada
para o assunto. Resolvi tirar o feriado para preparar o texto.
Afinal, qual é a vantagem de se deixar
grãos e sementes de molho previamente? Deixar os grão de molho não
diminui seu valor nutritivo? Deixar grãos e sementes de molho não altera
o seu sabor?
São estas e muitas outras dúvidas que surgem, e que eu espero sinceramente conseguir responder no texto a seguir.
A bem intensionada recomendação atual
para se consumir grãos integrais como faziam nossos ancestrais e
farinhas de grão integrais é, em parte, enganosa, e pode trazer sérias
consequências para a nossa saúde. Sim, nossos ancestrais consumiam grãos
integrais, mas nem de longe, da forma como consumimos atualmente.
Nossos ancestrais, sabiamente, deixavam de molho ou fermentavam seus
grãos antes de consumi-los ou prepará-los na forma de mingaus, pães,
bolos, etc.
Um rápido passeio pela culinária
tradicional do mundo nos prova esta verdade: ma Índia, o arroz e a
lentilha são fermentados por pelo menos 2 dias antes de serem preparados
como idli e dosas; na África os nativos deixam a
farinha de milho grossa deixada de molho durante a noite para depois
adicioná-la em sopas e caldos, e eles fermentam milho ou amaranto por
vários dias para então produzir um mingau azedo, conhecido por ogi;
em outras culturas o mesmo prato era preparado com aveias deixadas de
molho; em alguns países orientais e latino-americanos o arroz passa por
uma longa fermentação antes do seu preparo; a Etiópia tem seu
tradicional pão injera, preparado com o grão “teff”, que é fermentado por muitos dias; bolos de milho mexicanos, conhecidos como pozol,
são fermentados em folhas de bananeira; antes da introdução dos
fermentos comerciais, os europeus assavam pães pesados, massudos, feitos
a partir de fermentação natural; os pioneiros norte-americanos eram
famosos por seus pães de massa azeda, panquecas e biscoitos. Talvez
alguns senhores e senhoras de mais idade ainda se lembrem da
recomendação de deixar de molho, que vinha escrita nos pacotes de aveia
para mingau de antigamente…
Eu não sei bem de onde vinha esse
conhecimento ancestral de deixar grãos de molho ou fermentando antes de
consumi-los, mas é importante citar que estas práticas se adequam muito
bem ao que a ciência moderna sabe sobre os grãos.
Todos os grãos contém ácido fítico (um
ácido orgânico no qual o fósforo é ligado) em sua camada mais externa. O
ácido fítico pode-se ligar ao cálcio, magnésio, cobre, ferro e
especialmente ao zinco no trato intestinal e bloquear a sua absorção. É
por isso que uma dieta rica em grãos integrais não fermentados pode
levar a sérias deficiências de minerais e perdas ósseas. A moderna, mas
incorreta recomendação para o consumo de grandes quantidades de grãos
integrais normalmente melhora o trânsito intestinal num primeiro
momento, mas pode levar a problemas como a síndrome do intestino
irritado, entre outros desagradáveis efeitos colaterais a médio e longo
prazo.
Deixar de molho permite que enzimas,
lactobacillus e outras substâncias quebrem e neutralizem o ácido fítico.
Um mínimo de 7 horas de molho em água morna e meio ácido (conseguido
com soro de iogurte
ou gotinhas de limão) é capaz de neutralizar uma grande parcela do
ácido fítico contido nos grãos. A simples prática de deixar grãos de
molho por um período antes de consumi-los irá aumentar enormemente seus
benefícios nutricionais.
CLIQUE AQUI e leia mais detalhes sobre como deixar nozes, castanhas amêndoas de molho.
Deixar de molho em água morna também irá
neutralizar inibidores enzimáticos, presentes em todas as sementes, e
predispões a produção de numerosas enzimas benéficas. A ação dessas
enzimas também aumenta as quantidades de vitaminas disponíveis,
especialmente as vitaminas do complexo B.
CLIQUE AQUI e veja imagens do feijão após cerca de 20 horas de molho. É impressionante!
Os pesquisadores também aprenderam que
certas proteínas dos grãos, especialmente o glúten, são bastante
difíceis de digerir. Uma dieta rica em grãos integrais não fermentados,
em particular os grãos com alto teor de glúten como o trigo,
sobrecarrega enormemente todo o mecanismo digestivo. Quando este
mecanismo digestivo “gasta” por causa da idade avançada ou por excesso
de uso, os resultados são observados na forma de alergias, doença
celíaca, doenças mentais, indigestão crônica e crescimento descontrolado
de candidas. Pesquisas recentes ligam a intolerância ao glúten com
esclerose múltipla. Durante o processo de molho ou fermentação, o glúten
e outras proteínas de difícil digestão são parcialmente quebradas em
componentes mais simples que são mais facilmente digeridos pelo nosso
organismo.
Animais que se alimentam basicamente de
grãos e outras plantas, são animais que possuem pelo menos 4 estômagos!
Seus intestinos são mais longos, assim como o processo digestivo como um
todo. O ser humano, por outro lado, tem apenas um estômago e um trato
digestivo bem menor que o de animais herbívoros. O trato digestivo
menor, também permite que produtos animais sejam digeridos rápido o
suficiente para não apodrecerem no intestino, mas dificulta a digestão
de grãos – a menos é claro, que se peça ajuda às “bactérias boazinhas”.
Elas agem no processo de molho ou fermentação a que todos os grão
deveriam ser submetidos antes do consumo.
Os grãos são normalmente divididos eu
duas categorias. Aqueles que contém glúten, como aveia, cevada e
especialmente o trigo não devem ser consumidos a não ser que sejam
previamente fermentados ou deixados de molho. Trigo sarraceno, arroz e
amaranto, por sua vez, não contém glúten e são mais fáceis de digerir. O
arroz integral e o amaranto contém menores doses de fitatos em
comparação com outros grãos, então se for para consumir algum grão sem
deixar de previamente de molho, que este grão seja o arroz integral ou o
amaranto. Mas mesmo assim é necessário cozinhá-los lentamente, em fogo
baixo, e sempre utilizando um caldo caseiro
à base de carnes e ossos (o mocotó, tutano dos ossos, facilita a
digestão desses grãos). Este cozimento lento na presença do mocotó
neutraliza alguns dos poucos fitatos e proporciona uma boa dose de
minerais ao prato. (CENSURA VEGAN)*.
A panela de pressão jamais deveria ser utilizada. O cozimento em panela de pressão é excessivamente rápido, prejudicando a digestão.
A panela de pressão jamais deveria ser utilizada. O cozimento em panela de pressão é excessivamente rápido, prejudicando a digestão.
A quinoa, original da América do Sul é
tida desde estudos antigos, como um bom estimulante da produção de leite
materno. Tecnicamente a quinoa não é um grão, mas sim um fruto da
famíia Chenopodium, e contém excelentes propriedades nutricionais.
Qualquer produto à base de quinoa deve ser sempre deixado de molho
previamente. Os antinutrientes presentes na quinoa são neutralizados
desta forma.
Uma palavra sobre o milho…
Receitas tradicionais sugerem deixar o
milho ou a farinha de milho de molho em uma solução saturada de
hidróxido de cálcio (Ca(OH)2). Isso libera nicotinamida
(vitamina B3), que de outra forma fica retina no grão. Deixar o milho de
molho também melhora a qualidade geral do milho. Se você consmoe
produtos à base de milho usualmente, o cuidado de deixar de molho na
solução de hidróxido de cálcio ajuda muito a evitar a deficiência de
vitamina B3 no organismo, que tem sintomas desagradáveis como pele
rachada, fadiga e desordens mentais.
CLIQUE AQUI e AQUI e leia mais sobre como tratar o milho e seus derivados antes de consumi-los.
Em breve falo mais sobre a solução de
hidróxido de cálcio. Por enquanto, para quem lê inglês, recomendo a
leitura dos excelentes artigos da Kimi Harris, do site Nourishing Gourmet, do qual sou fã:
-
FONTE: pat.feldman by Pat Feldman on 30/04/2009
Nota negativa: os comentários ao artigo original, são preconceituosos, fomentam a intolerancia e consequentemente a violência.
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o formulário recebe uma cópia para o email indicado receber só será uma
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o aluno ficará com um crédito para outras acções de formação da Leite da Terra.
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reembolsado qualquer valor pago;
- Caso o
Workshop não se realize por motivos de força maior, o participante
inscrito será avisado o mais rapidamente possível, e todos os valores já
pagos serão reembolsados.
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participante deverá chegar com 15 minutos de antecedência ao Workshop em
que vai participar. Após o início do mesmo, tem direito a 15 minutos de
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Certificação: A ComMedida é uma IPSS reconhecida pelo Ministério da Saúde.
Nota: A realização de quaisquer actividades formativas na ComMedida está sujeita a inscrição e deverá ser efectuadas até 3 dias úteis antes da realização de cada workshop.
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quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Morte à farinha
Um cantinho (http://www.pacamanca.com) para não perder de vista.... Adorei!
Há alguns meses caí numa página de receitas pra bento boxes (não me perguntem como eu fui parar lá; adoro bento boxes e tenho algumas, mas só porque são lindas, já que trabalho de casa e não preciso levar comida pra lugar nenhum) e achei uma receita de panquecas de grão-de-bico. A autora do blog que dava a receita elogiava a versatilidade da panqueca e a boa “congelabilidade” da receita, e mostrava como ela podia ser feita naquela frigideira retangular japonesa pra panqueca (ou a omolete, o uso original da panelinha) ficar bonitinha no bento. Achei genial e saí catando farinha de grão-de-bico. Acabei achando no meu supermercado de sempre, embora só haja uma marca disponível. É uma empresa de Spello, aqui pertinho, então ainda tem a vantagem de ser comida a quilômetro zero, com menor carbon footprint etc. Só que larguei o pacote no armário e esqueci solenemente dela.
Hoje, vendo que a psoríase dos cotovelos está chegando nos punhos e a do couro cabeludo coça feito uma desgraça, resolvi dar uma apertada no Pagano-Cayce regimen. Ele aconselha reduzir os farináceos em geral e usar só pão, massa e biscoitos de farinha integral, mas sugere o uso de alimentos feitos com farinha de tupinambo, que obviamente aqui no Zaire não existe. Então decidi finalmente testar as benditas panquecas de grão-de-bico.
Menina, ficaram ó-te-mas! Parece que é uma receita indiana. Fiz uma, comi pura pra ver que gosto tinha, adorei e saí fazendo várias, inventando um pouquinho em cada uma: semente de gergelim, cebolinha picada, alho desidratado, curry (opá, curry não posso, tem páprika, depois explico), semente de linhaça… Ficaram uma dilissa. E foi assim que encontrei o meu substituto pro pão. Em vez de uma fatia de pão torrado com queijo e peito de peru no café da manhã, vai uma panqueca. Como substrato, dá no mesmo, mas dá muito mais saciedade porque tem alto conteúdo proteico, não tem índice glicêmico alto, não liga o comedor desenfreado na velocidade máxima… Só vantagens.
A receita não poderia ser mais chulé: misture a farinha de grão-de-bico com água até atingir a consistência de massa de panqueca (dããã). Sal a gosto, um tiquinho de pimenta-do-reino pra dar um tcham (eu usei pimenta branca) e voilà! Fica pronta rapidinho. Tem gente que faz na hora mesmo, uma colher de sopa de farinha com uma de água e pronto.
A próxima vai ser a panqueca de lentilha com arroz, receita também indiana, que inclusive acho que já postei aqui mas nunca fiz. E amanhã explico melhor esse negócio da psoríase que agora tenho que trabalhar.
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