sexta-feira, 1 de novembro de 2013

PIC NIC SAUDÀVEL e VEGAN - 03.11.2013 -Fundação Gulbenkian - Lisboa


Vamos realizar um “Pic-Nic” saudável e vivo. Para celebrar o dia do Vegan*, escolhemos os jardins da Fundação Gulbenkian e será no Domingo, dia 3 de Novembro, das 11h às 16h.

Será a primeira edição do vegan Pic-Nic e vai realizar-se nos Jardins da Fundação Gulbenkian, em Lisboa, a 03 de Novembro. A entrada é gratuita, o nosso intuito é despertar nos portugueses a prazer da comida saudável, vegan e viva. Cada um deve levar a sua comida e a sua bebida e seria interessante que pudéssemos partilhar!

Contamos com a participação de todos. Se no dia 3 de Novembro, as condições meteorológicas não permitirem a realização de um pic nic convencional o restaurante Bem Me Quer (Av. Almirantes Reis, 152 – Arroios) gentilmente cederá as suas instalações para um “pic nic” não convencional!

*Dia Mundial Vegano
O dia 1 de Novembro é marcado pelo Dia Mundial Vegano ("World Vegan Day", em inglês), que é comemorado desde 1994.

Já termos autorização da Fundação Gulbenkian

Surpresas:

  Eclipse parcial do Sol as 11h30

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=665725#.UnJw9PyMWS0.facebook



12 h um grande aula de relaxamento com a Fatima Baptista!! -CONFIRMADO!!





























FOI TÃOOOOOOOOOO GIRO!!!!

Por que deixar grãos e sementes de molho antes de consumi-los? de Pat Feldman

molho 
Muitos dos meus leitores aqui no site Crianças na Cozinha já devem ter notado que em todas as receitas onde aparecem grãos ou sementes, aparece junto a recomendação para SEMPRE deixá-los de molho por um certo período antes de cozinhar e consumir. Algumas vezes já comentei rapidamente as razões para este cuidado, mas faz tempo que devo uma explicação mais detalhada para o assunto. Resolvi tirar o feriado para preparar o texto.

Afinal, qual é a vantagem de se deixar grãos e sementes de molho previamente? Deixar os grão de molho não diminui seu valor nutritivo? Deixar grãos e sementes de molho não altera o seu sabor?
São estas e muitas outras dúvidas que surgem, e que eu espero sinceramente conseguir responder no texto a seguir.

A bem intensionada recomendação atual para se consumir grãos integrais como faziam nossos ancestrais e farinhas de grão integrais é, em parte, enganosa, e pode trazer sérias consequências para a nossa saúde. Sim, nossos ancestrais consumiam grãos integrais, mas nem de longe, da forma como consumimos atualmente. Nossos ancestrais, sabiamente, deixavam de molho ou fermentavam seus grãos antes de consumi-los ou prepará-los na forma de mingaus, pães, bolos, etc.

Um rápido passeio pela culinária tradicional do mundo nos prova esta verdade: ma Índia, o arroz e a lentilha são fermentados por pelo menos 2 dias antes de serem preparados como idli e dosas; na África os nativos deixam a farinha de milho grossa deixada de molho durante a noite para depois adicioná-la em sopas e caldos, e eles fermentam milho ou amaranto por vários dias para então produzir um mingau azedo, conhecido por ogi; em outras culturas o mesmo prato era preparado com aveias deixadas de molho; em alguns países orientais e latino-americanos o arroz passa por uma longa fermentação antes do seu preparo; a Etiópia tem seu tradicional pão injera, preparado com o grão “teff”, que é fermentado por muitos dias; bolos de milho mexicanos, conhecidos como pozol, são fermentados em folhas de bananeira; antes da introdução dos fermentos comerciais, os europeus assavam pães pesados, massudos, feitos a partir de fermentação natural; os pioneiros norte-americanos eram famosos por seus pães de massa azeda, panquecas e biscoitos. Talvez alguns senhores e senhoras de mais idade ainda se lembrem da recomendação  de deixar de molho, que vinha escrita nos pacotes de aveia para mingau de antigamente…

Eu não sei bem de onde vinha esse conhecimento ancestral de deixar grãos de molho ou fermentando antes de consumi-los, mas é importante citar que estas práticas se adequam muito bem ao que a ciência moderna sabe sobre os grãos.

Todos os grãos contém ácido fítico (um ácido orgânico no qual o fósforo é ligado) em sua camada mais externa. O ácido fítico pode-se ligar ao cálcio, magnésio, cobre, ferro e especialmente ao zinco no trato intestinal e bloquear a sua absorção. É por isso que uma dieta rica em grãos integrais não fermentados pode levar a sérias deficiências de minerais e perdas ósseas. A moderna, mas incorreta recomendação para o consumo de grandes quantidades de grãos integrais normalmente melhora o trânsito intestinal num primeiro momento, mas pode levar a problemas como a síndrome do intestino irritado, entre outros desagradáveis efeitos colaterais a médio e longo prazo.

Deixar de molho permite que enzimas, lactobacillus e outras substâncias quebrem e neutralizem o ácido fítico. Um mínimo de 7 horas de molho em água morna e meio ácido (conseguido com soro de iogurte ou gotinhas de limão) é capaz de neutralizar uma grande parcela do ácido fítico contido nos grãos. A simples prática de deixar grãos de molho por um período antes de consumi-los irá aumentar enormemente seus benefícios nutricionais.

CLIQUE AQUI e leia mais detalhes sobre como deixar nozes, castanhas amêndoas de molho.

Deixar de molho em água morna também irá neutralizar inibidores enzimáticos, presentes em todas as sementes, e predispões a produção de numerosas enzimas benéficas. A ação dessas enzimas também aumenta as quantidades de vitaminas disponíveis, especialmente as vitaminas do complexo B.

CLIQUE AQUI e veja imagens do feijão após cerca de 20 horas de molho. É impressionante!

Os pesquisadores também aprenderam que certas proteínas dos grãos, especialmente o glúten, são bastante difíceis de digerir. Uma dieta rica em grãos integrais não fermentados, em particular os grãos com alto teor de glúten como o trigo, sobrecarrega enormemente todo o mecanismo digestivo. Quando este mecanismo digestivo “gasta” por causa da idade avançada ou por excesso de uso, os resultados são observados na forma de alergias, doença celíaca, doenças mentais, indigestão crônica e crescimento descontrolado de candidas. Pesquisas recentes ligam a intolerância ao glúten com esclerose múltipla. Durante o processo de molho ou fermentação, o glúten e outras proteínas de difícil digestão são parcialmente quebradas em componentes mais simples que são mais facilmente digeridos pelo nosso organismo.

Animais que se alimentam basicamente de grãos e outras plantas, são animais que possuem pelo menos 4 estômagos! Seus intestinos são mais longos, assim como o processo digestivo como um todo. O ser humano, por outro lado, tem apenas um estômago e um trato digestivo bem menor que o de animais herbívoros. O trato digestivo menor, também permite que produtos animais sejam digeridos rápido o suficiente para não apodrecerem no intestino, mas dificulta a digestão de grãos – a menos é claro, que se peça ajuda às “bactérias boazinhas”. Elas agem no processo de molho ou fermentação a que todos os grão deveriam ser submetidos antes do consumo.

Os grãos são normalmente divididos eu duas categorias. Aqueles que contém glúten, como aveia, cevada e especialmente o trigo não devem ser consumidos a não ser que sejam previamente fermentados ou deixados de molho. Trigo sarraceno, arroz e amaranto, por sua vez, não contém glúten e são mais fáceis de digerir. O arroz integral e o amaranto contém menores doses de fitatos em comparação com outros grãos, então se for para consumir algum grão sem deixar de previamente de molho, que este grão seja o arroz integral ou o amaranto. Mas mesmo assim é necessário cozinhá-los lentamente, em fogo baixo, e sempre utilizando um caldo caseiro à base de carnes e ossos (o mocotó, tutano dos ossos, facilita a digestão desses grãos).  Este cozimento lento na presença do mocotó neutraliza alguns dos poucos fitatos e proporciona uma boa dose de minerais ao prato. (CENSURA VEGAN)*.
A panela de pressão jamais deveria ser utilizada. O cozimento em panela de pressão é excessivamente rápido, prejudicando a digestão.

A quinoa, original da América do Sul é tida desde estudos antigos, como um bom estimulante da produção de leite materno. Tecnicamente a quinoa não é um grão, mas sim um fruto da famíia Chenopodium, e contém excelentes propriedades nutricionais. Qualquer produto à base de quinoa deve ser sempre deixado de molho previamente. Os antinutrientes presentes na quinoa são neutralizados desta forma.

Uma palavra sobre o milho…

Receitas tradicionais sugerem deixar o milho ou a farinha de milho de molho em uma solução saturada de hidróxido de cálcio (Ca(OH)2). Isso libera nicotinamida (vitamina B3), que de outra forma fica retina no grão. Deixar o milho de molho também melhora a qualidade geral do milho. Se você consmoe produtos à base de milho usualmente, o cuidado de deixar de molho na solução de hidróxido de cálcio ajuda muito a evitar a deficiência de vitamina B3 no organismo, que tem sintomas desagradáveis como pele rachada, fadiga e desordens mentais.
CLIQUE AQUI e AQUI e leia mais sobre como tratar o milho e seus derivados antes de consumi-los.
Em breve falo mais sobre a solução de hidróxido de cálcio. Por enquanto, para quem lê inglês, recomendo a leitura dos excelentes artigos da Kimi Harris, do site Nourishing Gourmet, do qual sou fã:
(CENSURA VEGAN)*. o leite da terra é um site vegan, não altera o texto original, mas deixa claro o seu desacordo.
Nota negativa: os comentários ao artigo original,  são preconceituosos, fomentam a  intolerancia e consequentemente a violência.

Informações gerais para os nossos workshops.

Workshop gerais do Leite da Terra
No acto da pré-inscrição preenche um formulário com os dados pessoais, ao enviar o formulário recebe uma cópia para o email indicado receber só será uma inscrição válida depois de proceder ao pagamento do workshop e enviar o comprovativo para o leitedaterra@gmail.com. No caso desse não ser efectuado nas 48h seguintes, a vaga ficará novamente disponível.

Em caso de desistência:
Em caso de desistência de um workshop ou de um Curso Intensivos:
  • Se a desistência for comunicada até ao 10 útil (inclusive) antes do 1º dia da formação, devolução de 60% do valor pago.
  • Se a desistência for comunicada com 9 ou menos dias úteis de antecedência, o aluno ficará com um crédito para outras acções de formação da Leite da Terra.
  • Em caso de cancelamento no próprio dia ou não comparência à formação: não será reembolsado qualquer valor pago;
  • Caso o Workshop não se realize por motivos de força maior, o participante inscrito será avisado o mais rapidamente possível, e todos os valores já pagos serão reembolsados.  

  • O participante deverá chegar com 15 minutos de antecedência ao Workshop em que vai participar. Após o início do mesmo, tem direito a 15 minutos de tolerância, sendo que após esta, o formador poderá negar o acesso do formando à sala de formação.



FORMAS DE PAGAMENTO
• Presencialmente na ComMedida:
Numerário

• Por transferência bancária:
Para o IBAN: PT50 0036 0298 9910 0017 39134 (ComMedida,IPSS)
De seguida, enviar um email para  Leitedaterra@gmail.com com os seguintes documentos em anexo:
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- Os seus dados: nome, morada, número de contribuinte, número de telefone e endereço de e-mail.

Nossos dados:
Largo de Santos-o-Novo, 9 e 10 1900-409 Lisboa
Telemóvel: + (351) 965493081
  • * IBAN da ComMedida.: 

       PT50 0036 0298 9910 0017 39134


Certificação: A ComMedida é uma IPSS reconhecida pelo Ministério da Saúde.

Nota: A realização de quaisquer actividades formativas na ComMedida está sujeita a inscrição e deverá ser efectuadas até 3 dias úteis antes da realização de cada workshop.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Morte à farinha



Um cantinho (http://www.pacamanca.com) para não perder de vista.... Adorei!

Já tem um tempo que ando procurando um substituto pra farinha de trigo. Não sou alérgica nem intolerante ao glúten, mas a farinha de trigo, mesmo a integral, desencadeia a minha compulsão alimentar. Como é um alimento que não tem NADA de positivo – tem índice glicêmico alto, quase nada de proteína, quase nada de vitaminas, fibras só na versão integral – resolvi banir a bichinha da minha vida. Isso dentro do contexto da dieta do Dr. Pagano que estou fazendo (assunto pra outro post).
Há alguns meses caí numa página de receitas pra bento boxes (não me perguntem como eu fui parar lá; adoro bento boxes e tenho algumas, mas só porque são lindas, já que trabalho de casa e não preciso levar comida pra lugar nenhum) e achei uma receita de panquecas de grão-de-bico. A autora do blog que dava a receita elogiava a versatilidade da panqueca e a boa “congelabilidade” da receita, e mostrava como ela podia ser feita naquela frigideira retangular japonesa pra panqueca (ou a omolete, o uso original da panelinha) ficar bonitinha no bento. Achei genial e saí catando farinha de grão-de-bico. Acabei achando no meu supermercado de sempre, embora só haja uma marca disponível. É uma empresa de Spello, aqui pertinho, então ainda tem a vantagem de ser comida a quilômetro zero, com menor carbon footprint etc. Só que larguei o pacote no armário e esqueci solenemente dela.
Hoje, vendo que a psoríase dos cotovelos está chegando nos punhos e a do couro cabeludo coça feito uma desgraça, resolvi dar uma apertada no Pagano-Cayce regimen. Ele aconselha reduzir os farináceos em geral e usar só pão, massa e biscoitos de farinha integral, mas sugere o uso de alimentos feitos com farinha de tupinambo, que obviamente aqui no Zaire não existe. Então decidi finalmente testar as benditas panquecas de grão-de-bico.
Menina, ficaram ó-te-mas! Parece que é uma receita indiana. Fiz uma, comi pura pra ver que gosto tinha, adorei e saí fazendo várias, inventando um pouquinho em cada uma: semente de gergelim, cebolinha picada, alho desidratado, curry (opá, curry não posso, tem páprika, depois explico), semente de linhaça… Ficaram uma dilissa. E foi assim que encontrei o meu substituto pro pão. Em vez de uma fatia de pão torrado com queijo e peito de peru no café da manhã, vai uma panqueca. Como substrato, dá no mesmo, mas dá muito mais saciedade porque tem alto conteúdo proteico, não tem índice glicêmico alto, não liga o comedor desenfreado na velocidade máxima… Só vantagens.
A receita não poderia ser mais chulé: misture a farinha de grão-de-bico com água até atingir a consistência de massa de panqueca (dããã). Sal a gosto, um tiquinho de pimenta-do-reino pra dar um tcham (eu usei pimenta branca) e voilà! Fica pronta rapidinho. Tem gente que faz na hora mesmo, uma colher de sopa de farinha com uma de água e pronto.
A próxima vai ser a panqueca de lentilha com arroz, receita também indiana, que inclusive acho que já postei aqui mas nunca fiz. E amanhã explico melhor esse negócio da psoríase que agora tenho que trabalhar.

sábado, 26 de outubro de 2013

Raw Pizza with Spinach Pesto and Marinated Veggies

Ingredients

 

 

crust:
1/2 cup each of hemp seeds, raw pumpkin seeds and sunflower seeds
1 cup walnuts
1 teaspoon salt & pepper
2 teaspoons dried basil (or a handful of fresh, lucky you)
1 tablespoon agave/maple syrup or a few dates
1-2 tablespoons water, as needed
1/2 onion, sliced
4 peeled garlic cloves

spinach pesto:
4-5 cups organic spinach
1/2 cup raw pine nuts
1 peeled garlic clove
1/2 teaspoon salt & pepper
1/4-1/2 cup water, as needed
1 teaspoon agave/maple syrup or a couple dates

toppings:
3 mushrooms
1 bell pepper
1 tomato
1 teaspoon tamari
1 teaspoon fave dried herb blend

Methods/steps

1) to make the crust: pulse all ingredients in your food processor until it sticks together (and tastes delicious!)
2) now divide the mixture into four and shape each of them into your desired pizza crust shape with your hands on dehydrator trays or parchment paper.
3) dehydrate (or cook in your oven at the lowest temperature) for 4-5 hours, or until crispy.

to make the pesto:
1) put all the ingredients in your food processor (no need to wash it after making the crust) and process until it reaches that yummy pesto consistency - not totally smooth, but still quite creamy. mmm. put in a bowl, cover with plastic wrap and put in the fridge.

to prepare the veggies:
1) cut them all into thin slices and mix in with the tamari and herb blend.
2) marinate them in your dehydrator (or oven) until they are soft and taste freaking amazing.
Assembly:
put it all together: when the crusts are finished, gently spread the pesto on all of them, followed by the veggies. if you have any raw vegan cheese that would be a tantalizing addition for your taste buds.

Fonte: http://www.rawfoodrecipes.com/recipes/raw-pizza-with-spinach-pesto-and-marinated-veggies.html

...Para o infinito e mais alem bem do tipo "toy story" .... Bolo Cru, sem ovos, sem leite, sem gluten

Nunca lembro de fotografias dos meus pratos, simplesmente esqueço, ou, pior, quando lembro já é tarde!!
Hoje levantei-me mais cedo que o costume, e às 7 horas da manhã tinha tudo preparado para fazer o bolo do "infinito" pois às 9 horas já tinha de estar na ComMedida para o workshop das 10h... (gosto sempre de chegar um pouco mais cedo que os participantes).
Por isso resolvi, desta vez, documentar fotograficamente os passos que levaram à sua confecção:
E assim começou...

Amêndoas germinadas


Figos secos e demolhados

Pasta de amêndoas e de amendoins

Folhas de Stevia para adoçar

Frutos vermelhos em pasta para o recheio

Pasta de figo para a cobertura


A primeira bolacha

Um minuto para a fotografia :D


1ª Bolacha já barrada com os frutos vermelhos

Primeiro esboço do infinito



e tcham.. tcham... tcham... o
"grand finale"

bom... estaria tudo certo, se antes de  começar o  workshop base de hoje, enquanto não chega toda a gente eu não estivesse mostrando à Ana e ao António, os meus dotes de pasteleira crua...  e o resultado foi que o workshop de hoje, de base não teve NADA, foi todo ele orientado para bolos, bolinhos, base de pizza... enfim, foi um workshop de pastelaria tradicional viva! E o workshop de queijos ... esteve mais virado para o cheesecakes e afins.... AMEI!!!

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Raw Vegan Bombay Bomb - Joelle Amiot

Ingredients

1 cup raw organic cashew cheese (see recipe below)

1 tsp salt free organic raw curry powder

1/2 tsp fresh ground pink salt

1/2 cup sun dried organic currants

1/2 cup organic green onion, thin sliced

2 cups Spicy Bengali chutney (see recipe below)

1 cup raw dry roasted peanuts (click here for the recipe)

1 fresh organic red cherry bomb pepper, halve lengthwise and thin slice

1 large organic cucumber, do NOT peel, slice into thin rounds

2 large fresh organic bell peppers, slice into strips

3 large organic carrots, do NOT peel, slice into thick slice on an angle
CASHEW CHEESE

Makes about 1 1/2 cups

2 cups whole raw organic cashews (buy whole cashews to ensure the best quality of nut thus best quality of cheese)

1/4 cup raw organic apple cider vinegar

1 small ripe organic lemon, reserve juice then save peel for another recipe

1/3 cup water

3 layers of cheese cloth about 8 inches long

large rubber band

twist tie

chop sticks

deep container to hang the cheese ball from (read further)
SPICY BENGALI CHUTNEY

2 inch piece of fresh organic mature ginger root, do not peel

4 large organic garlic cloves

1 TBSP raw organic sugar (RFR tip - we recommend coconut sugar!)

1/4 cup raw organic cider vinegar

1/2 tsp fresh ground pink salt

2 medium ripe organic yellow peaches

1 ripe organic mango

1 ripe organic red cherry bomb pepper

2 TBSP water

1/2 tsp fresh organic orange zest

Methods/steps

Assembly:
1) In a mixing bowl, mix the cashew cheese, curry powder, pink salt, currants and green onion well. Lay in the center of a large sheet of plastic wrap.
2) Form the mix into a round cake/mound. Wrap and refrigerate 1 hour.
3) Place the peanuts in a large bowl minus 1/4 cup.
4) Unwrap the cheese cake and lay bottom down on the peanuts. Pack the peanuts all over the cheese cake evenly on all sides.
5) Gently lift out of the bowl and place on your serving platter. Place any remaining peanuts left over from the bowl onto the cake.
6) Cover the dressed cake with the chutney, spread with a cheese knife.
7) Sprinkle with the 1/4 cup of peanuts and top the center with the pepper slices.
8) Serve with the cucumber rounds, bell pepper strips and carrot slices. ENJOY!!

CASHEW CHEESE
1) In a large bowl, break your cashews into quarters then soak your cashew pieces in clean water for 16 hours. Drain the cashews and rinse well.
2) In a blender blend on high the cashews, vinegar and lemon juice. Add the water 1 TBSP at a time, to ensure smoothness of the cheese. Be sure to blend to a creamy paste.
3) Open up and then layer your cheese cloth together on top of each other. Spoon in the cheese into the center.
4) Gather the sides of your cheese cloth up to make a pouch over the cheese and twist tie the top that is gathered tightly to the cheese but do not squeeze.
5) Place the chop sticks on either side of the gather at the twist tie and rubber band it together so you can hang it. Find a container to suspend the cheese ball from to allow it to drain. It needs to be at least 2 inches deeper that the cheese ball. Suspend it using the chop sticks as its support across the opening of your container. Hang for 48 hours, drain the container if need be.
6) Gently unwrap your cheese and place in a sealable container in the refrigerator up to 1 week.

SPICY BENGALI CHUTNEY
1) In your food processor, fine chop the ginger and garlic, remove and add to a large mixing bowl.
2) In a separate small bowl, add the sugar, vinegar and salt, mix until dissolved.
3) Wash the peaches and cut each into quarters. Wash and peel the mango, remove the meat with a sharp knife.
4) Add 1/2 of the peaches and 1/2 of the mango meat to the food processor. Rough chop, remove and add to the chopped ginger and garlic.
5) Add the remaining peaches and mango to the processor with the vinegar mix, blend to a puree. Add this puree to the mixing bowl of chopped ingredients and mix well.
6) De-stem and quarter lengthwise the pepper. Remove the seeds and rib, discard. Then slice the pepper and add it to the mixing bowl and mix well.
7) Transfer this mix to your solid tray of your dehydrator. Dehydrate for 3 hours, stir after 1 1/2 hours.
8) Remove 2/3 of this mix and place into the food processor. Add the water and orange zest and puree. Add this puree to the remaining mix and blend well.
9) Transfer to a glass jar with a fitting lid and refrigerate until ready to use.

fonte: http://www.rawfoodrecipes.com/recipes/raw-vegan-bombay-bomb.html

domingo, 13 de outubro de 2013

Figo, o diurético


Ajuda a combater a retenção de líquidos e a obstipação. Conheça os principais nutrientes e benefícios deste fruto, além de três receitas deliciosas.

 

Saboroso, suculento e muito nutritivo. O figo está indicado para grandes reposições de energia e, por isso, é bastante consumido por atletas profissionais. Os figos são também ricos em potássio, cálcio, fósforo, fibras e niacina (vitamina B3), vitamina A e C.

É também um alimento muito adequado a quem sofre de prisão de ventre, já que funciona como um excelente laxante, estando ainda recomendado para problemas digestivos, de fígado, inflamações de boca e gengivas, catarro ou bronquites. Mas uma das melhores qualidades do figo é o seu efeito diurético e depurativo do sangue.

É bom ainda para reduzir os níveis de colesterol e curar constipações ou gripes. No entanto, e por ser um alimento com muito açúcar, não deve ser consumido por quem tenha diabetes ou restrições alimentares. Por ser um fruto muito frágil, deve ser guardado no frigorífico, envolvido em película transparente e consumido no máximo em três dias.

fonte:idademaior.sapo.pt


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